O descontentamento generalizado existente numa Empresa cuja Gestão teve o “condão” de colocar contra ela todo o mundo do trabalho, é uma coisa inédita e a razão dos trabalhadores dá mais força à Luta, pelo que se configura uma Greve Geral histórica.
Quando o Senhor Primeiro Ministro diz que já escolheu a sua Operadora, é o exemplo claro que não são só os trabalhadores que não confiam na Gestão da PT MEO, mas todo o País e o exemplo do Senhor Primeiro Ministro será seguido por milhões de portugueses.
Vai ser uma Greve histórica. Passados cerca de 10 anos, os trabalhadores da PT MEO estão confrontados com o maior e mais violento ataque aos seus direitos.
É necessário dar uma resposta adequada a esta Gestão, por isso, até ao dia 21, cabe a cada um trabalhar na mobilização para a Greve, convencendo alguns ainda indecisos face ao clima de medo instalado.
Deve estar claro para todos, inclusive a Gestão, que a Greve é um direito Constitucional que ninguém pode impedir.
FAÇAMOS TODOS, DO DIA 21 DE JULHO UM DIA DE LUTA HISTÓRICA NA PT MEO. UM DIA DE LUTA QUE CONSIGA TRAVAR OS DESVANEIOS DA GESTÃO DA PT MEO.
TRABALHADOR DA PT MEO, ESTÁ NAS TUAS MÃOS DERROTAR O TIPO DE GESTÃO PRATICADO NA PT MEO PARA SALVAR A EMPRESA.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/ptmeo-luta-a-crescer-ate-s-bento/
Apelamos à mobiliz
ação de todos os trabalhadores PT/MEO nas ações de luta agendadas pelos Sindicatos.
Esta é a hora de demonstrar à Empresa que não iremos pactuar com esta política de destruição de postos de trabalho e de desvalorização dos trabalhadores. Estamos perante o maior ataque aos direitos dos trabalhadores de que há memória nesta empresa. Nesse sentido, invocamos a todos os trabalhadores para que não fiquem indiferentes a estas formas de luta, pois amanhã pode ser o seu posto de trabalho a ser colocado em risco.
Uma grande manifestação de força dos trabalhadores é indispensável para que a Empresa entenda o valor dos trabalhadores e não os trate como matéria descartável e dispensável. Chegou a hora de todos os trabalhadores se unirem e lutarem por um objetivo comum: a defesa do seu posto de trabalho.
Todos os trabalhadores PT/MEO, sindicalizados ou não, podem participar na greve, ao contrário da informação que circula na empresa, com a intenção de desmobilizar os trabalhadores.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/greve-geral-na-ptmeo-um-por-todos-todos-por-um/
Todos os trabalhadores da PT, ontem uns, amanhã outros, estão confrontados com o maior ataque já visto aos seus direitos e posto de trabalho.
No ano passado foram mais de uma dezena da Logística, no dia 1 de Julho foram 38 da DIT/DTM, estão mais 118 na calha, mais cerca de 50 da DAC e o que está escondido só “eles” sabem.
Perante esta catástrofe que se avizinha, o ALARME disparou e é preciso evitar a destruição daquela que foi uma das maiores empresas do País.
Todos sabemos que para a gestão da Altice – PT MEO, o que importa é o lucro e só este, os trabalhadoras são números descartáveis, o emprego destes que têm feito da Empresa aquilo que ela foi e ainda é (por quanto tempo?) não conta, o serviço que a Empresa presta no qual se inclui uma componente social também não importa, porque o objectivo da ganância desmedida do lucro se sobrepõe a tudo.
Neste contexto tão preocupante, as ORTs reuniram no dia 4, na sede da CT, fizeram uma análise profunda da situação e concluíram um plano de luta que envolve várias componentes.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/21-julho-2017-greve-geral-na-pt/
A PT/MEO est
á neste momento a proceder a uma deslocação de trabalhadores dos seus quadros para empresas externas, naquele que é claramente um processo de despedimento encapotado que, segundo rumores internos, pode atingir várias centenas trabalhadores até ao final de 2017.
Esta externalização, segundo a PT/MEO, não é opcional e caso o trabalhador rejeite mudar de empresa será convidado a rescindir com a PT/MEO. Outras das consequências desta movimentação, para os trabalhadores envolvidos, são a perda do sistema de saúde da PT (PT-ACS) e o fim da abrangência do Acordo da Empresa da PT, com todas as consequências que isso acarreta.
Estão já confirmadas 155 movimentações de trabalhadores e mais vêm a caminho.
O SINDETELCO está preocupado e continuará a acompanhar os seus associados, na defesa dos seus postos de trabalho e utilizará, tal como a empresa, todos os mecanismos legais ao seu dispor para defender os trabalhadores.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/ptmeo-encontrou-uma-nova-forma-de-despedimento-encapotado/
O SINDETELCO após consultar muitos dos seus associados(as) nos locais de trabalho e de reunir o seu executivo decidiu subscrever a revisão da Tabela Salarial 2017.
Existem organizações sindicais que deram desde logo o seu acordo, referindo que “este não é um acordo excecional”. Para o SINDETELCO este não é, garantidamente, um bom acordo. Além de não repor o poder de compra dos trabalhadores(as) pelos valores previstos para a inflação, de não compensar o esforço e dedicação dos trabalhadores(as) e o trabalho efetuado sem retribuição (que sempre condenámos), este é um acordo que fica aquém das legítimas expetativas dos(as) trabalhadores(as) dos CTT e das possibilidades da empresa (tendo em conta os lucros obtidos em 2016).
NÃO NOS REVEMOS NESTE TIPO DE DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA!
Tendo em conta a posição irredutível da empresa na sua proposta final e o acordo firmado com outros sindicatos, só tínhamos dois caminhos a seguir: ou assinar o acordo nos valores da última proposta da empresa ou deixar os trabalhadores dos Correios de Portugal e do Grupo CTT sem qualquer aumento em 2017.
No entanto o SINDETELCO, sendo um Sindicato responsável e coerente, decidiu subscrever o acordo para revisão da Tabela Salarial 2017, não entrando em aventuras que levem os nossos(as) associados(as) a perder ainda mais poder de compra.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/sindetelco-decidiu-subscrever-acordo-de-revisao-da-tabela-salarial-ctt-2017/
Chegou ao conhecimento da Comissão Sindical que os responsáveis d
e dossier e os chefes de equipa estão a ir contra ao que está estipulado na lei. Pelo que sabemos, tais situações estão a acontecer em todas as plataformas da STEF Portugal e cremos que a própria direção da STEF não aprova tais atos praticados por estas chefias (queremos acreditar no que está registado nas actas das reuniões que mantemos com a DRH da STEF Portugal).
Alertamos todos os trabalhadores da STEF, em especial os de Alverca (porque é onde têm acontecido com maior gravidade, com intimações e perseguições por parte destas chefias), que o incumprimento da lei é crime, e que o que estas chefias estão a fazer, ao ordenarem aos trabalhadores para irem para casa no próprio dia, para depois compensarem noutra altura, não fazendo as 8 horas de trabalho, é contra o que está estipulado na lei e nas próprias normas da STEF Portugal.
Requisitamos a todos os trabalhadores que continuem a fazer-nos chegar os relatos destas irregularidades, para que desta forma possamos defender todos os trabalhadores, e até nesta situação em particular, a própria empresa, da ilegalidade que está a ser praticada por estas chefias menos qualificadas e desonestas, que colocam em causa a própria STEF.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/banco-de-horas-esta-suspenso-na-stef-portugal-desde-o-inicio-de-2017/
No dia 14 de Junho a Empresa anunciou aquela que seria a sua última proposta negocial.
Era expetativa do SINDETELCO que este ano, mais uma vez, conseguíssemos um bom acordo na linha do que aconteceu o ano passado. A nossa proposta final de aumento para 2017 manteve-se nos 1,3%.
O SNTCT deu o seu acordo a esta proposta tendo sido seguido por outros Sindicatos que deram o seu acordo de princípio a esta proposta final.
Não conseguimos compreender o motivo pelo qual outras organizações assinaram um acordo de 1% quando, a nível nacional, nenhum acordo tinha sido assinado, até à data, abaixo de 1,3%.
A Empresa poderia ter ido mais além nas suas propostas. Todavia, aproveitando a fragilidade negocial de um Sindicato conseguiu fechar o acordo por valores abaixo do possível, tendo em conta os resultados do Grupo CTT.
O SINDETELCO, até ao próximo dia 23 de Junho, decidirá pela assinatura ou não deste acordo, depois de reunir o seu executivo e auscultando os seus associados nos locais de trabalho.
Decidiremos sempre em função do que for melhor para os trabalhadores, como tem sido nosso apanágio ao longo dos anos.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/negociacoes-salariais-ctt-2017-encerradas/
A UNI – Global Union – reuniu no passado dia 6 de junho os associados para eleger os dirigentes da UNI Europa ICTS, órgão que lida diretamente com as questões do trabalho no setor das comunicações e informação.
A atividade sindical faz parte das formas de pressão política disponíveis aos cidadãos para influenciar os órgãos de decisão. Com a mudança destes órgãos para instituições centrais da união europeia e com a centralização dos corpos gestores de empresas noutros países que não os da atividade da empresa e do nosso sindicato, a atividade internacional de partilha de esforço de pressão e protesto é cada vez mais importante.
O SINDETELCO, como sindicato fundador da UNI e com responsabilidades na representação de trabalhadores de ICTS, esteve presente na reunião de junho da UNI Europa ICTS. Nesta reunião estiveram presentes um total de 114 delegados dos sindicatos associados, 34 observadores e 33 convidados, representando 29 países e 53 sindicatos.
Foram aprovadas nesta reunião as seguintes resoluções:
- Dialogar com as empresas europeias no Bangladesh para que respeitem os direitos sindicais dos trabalhadores neste país;
- Trabalhar com a UNI Europa ICTS, dialogando com as empresas clientes da Teleperformance de forma a que esta cumpra os direitos fundamentais dos seus trabalhadores;
- Trabalhar com a UNI Europa ICTS, dialogando com as empresas clientes dos outsourcers para que nessas empresas sejam respeitados os direitos humanos básicos e permitido aos trabalhadores de ICTS organizarem-se em sindicatos;
- Promover o dia internacional do trabalhador do setor privado;
- Protestar junto do governo espanhol e da justiça espanhola para que garantam o direito à greve e devolvam à liberdade os dois sindicalistas espanhóis por exercerem o seu direito fundamental;
- Solicitar ao CEO da Deutsche Telekom AG para que exija à T-Mobile US que respeite nas suas subsidiárias europeias os direitos dos trabalhadores à organização coletiva e participe no diálogo social, tal como fazem as suas empresas mãe alemãs.
O SINDETELCO irá continuar a trabalhar nos temas em discussão nesta reunião, nomeadamente através do diálogo com o Parlamento, na sensibilização dos nossos representantes políticos para as questões da substituição dos trabalhadores por máquinas e da alteração das formas de contrato do trabalho que levam à, cada vez mais presente, precarização do mercado de trabalho.
Documentos apresentados na reunião
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/sindetelco-presente-na-conferencia-da-uni-icts/
A ACT visitou,
na semana passada, várias instalações da PT/MEO a nível nacional.
Quando as ERTs foram recebidas pela Comissão Parlamentar de Trabalho e Segurança Social (mais informação no comunicado conjunto das ERTs de 24 de Abril de 2017) foi questionada a atitude passiva e displicente da ACT e a necessidade desta entidade zelar pelo cumprimento dos direitos dos Trabalhadores.
Já é tempo da Empresa acabar com as violações do acordo da empresa e Código de Trabalho, terminar com a USP/GMA e parar com a colocação de trabalhadores nesta unidade como medida pressão psicológica para RMAs a baixo custo. Basta de desperdício de Recursos Humanos!
O SINDETELCO vai continuar a exigir trabalho com direitos e ocupação efetiva de todos osTrabalhadores da PT/MEO.
O SINDETELCO está com os TRABALHADORES na defesa dos seus direitos.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/visita-forcada-da-act-a-ptmeo/
O SINDETELCO participou em mais um Conselho Geral da UGT – União Geral de Trabalhadores onde foi discutida a atual situação sindical. É neste momento e neste fórum que os representantes dos vários sindicatos dialogam sobre as questões que afetam os trabalhadores que representam.
Tivémos oportunidade de relembrar nesta reunião a situação dos trabalhadores da administração central do Estado, que não são funcionários públicos (dos quais fazem parte os trabalhadores da ANACOM), uma das ERI – Entidades Reguladoras Independentes existentes em Portugal.
O SINDETELCO sabe que o Ministério das Finanças foi chamado a avaliar o impacto da devolução das progressões das carreiras aos trabalhadores do Estado, desconhecendo, no entanto, de que forma essa devolução afetará os trabalhadores das ERI.
Prosseguiremos o nosso trabalho abrindo uma via para o diálogo com as forças políticas no Parlamento e no Governo, sem descartar outras medidas, caso se verifiquem necessárias, como ações de protesto, ou outras formas de luta possíveis.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/anacom-ponto-de-situacao-da-atividade-sindical/
Comunicamos a todos os associados que o Ex-Secretário Geral Adjunto deste Sindicato, Luis Baptista, deixou de pertencer a qualquer órgão do SINDETELCO.
Esta informação é realizada no sentido de alertar os nossos associados para a mensagem que esse ex-Dirigente anda a divulgar nos locais de trabalho aos trabalhadores, usando créditos sindicais indevidamente, pelo facto de já não ser associado do SINDETELCO.
A mensagem que este ex-associado anda a repassar, anuncia que o SINDETELCO estará em processo de fusão com outra organização sindical. Face a estes rumores esclarecemos que são completamente falsos e que o SINDETELCO não tem qualquer pretensão de efetuar fusões com qualquer outra organização sindical. O SINDETELCO tem um projeto sindical que se diferencia dos outros.
Realçamos que o referido ex-dirigente do SINDETELCO deixou de estar a “tempo inteiro”, ao serviço do Sindicato, no dia 13 de Março de 2017, por decisão da maioria dos elementos do Secretariado Nacional do SINDETELCO.
A saída deste Dirigente a tempo inteiro do SINDETELCO nada teve a ver com divergências sindicais. Foi consequência da violação do regulamento interno de ajudas de custa do Sindicato.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/alerta/
O SINDETELCO e a MANPOWER GROUP SOLUTIONS (MGS) reuniram na nova sede sita nas Torres de Lisboa, num edifício
recente e com umas magníficas instalações, que incluem a administração, serviços administrativos, refeitório da própria empresa e um call center. Presentes pela MGS estiveram o country manager Nuno Gameiro e o director Rui Teixeira, pelo SINDETELCO, o secretário-geral José Arsénio, o secretário-geral adjunto José Rodrigues, responsável das Relações de Trabalho e os secretários nacionais Maria Guerra e José Cunha.
A reunião decorreu num clima muito cordial e respeitador das responsabilidades de cada uma das partes envolvidas, de acordo com a prática do excelente Diálogo Social que sempre caracterizou a MGS. O SINDETELCO abordou algumas questões laborais que são alvo de comentários recolhidos em vários locais de trabalho tendo, no entanto, o mesmo denominador comum.
Ver o comunicado na íntegra
Link permanente para este artigo: https://www.sindetelco.pt/comunicados/dialogo-com-a-manpower-group-existe/