AUMENTOS SALARIAIS CTT – CONCILIAÇÃO

APÓS PEDIDO DE CONCILIAÇÃO EFECTUADO PELOS SINDICATOS SOBRE OS AUMENTOS SALARIAIS DE 2020, REALIZOU-SE DIA 2 DE SETEMBRO, NA DGERT, A 1ª REUNIÃO

OS CTT NEM ALTERARAM A SUA POSIÇÃO NEM QUERIAM MAIS REUNIÕES. OS SINDICATOS INSISTIRAM NA CONTINUIDADE DO PROCESSO DE CONCILIAÇÃO E A CONCILIADORA MARCOU A PRÓXIMA PARA O DIA 29 DE SETEMBRO.

SINDICATOS VÃO REUNIR PARA ELABORAR UMA PROPOSTA COMUM PARA APRESENTAR NA PRÓXIMA REUNIÃO DE CONCILIAÇÃO.

É falacioso o argumento invocado pelos CTT de que as receitas do 1º trimestre foram ligeiramente negativas (-2%), uma vez que com a imposição do cartão do supermercado reduziram as despesas em cerca de 1.900.000 euros e com a diminuição do número de trabalhadores reduziram as despesas (impostos incluídos) em cerca de 8.600.000 euros. Assim sendo, a soma destas importâncias dava para aumentar os cerca de 12.000 trabalhadores em 45 euros a cada um.

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VIVEM-SE TEMPOS DE MUDANÇA NA CTTEXPRESSO

Vivemos na CTTEXPRESSO tempos de mudança. Deseja o SINDETELCO que este seja um tempo positivo para os trabalhadores e uma oportunidade ganha na melhoria em todas as áreas da empresa.

Sabemos que as mudanças podem ser oportunidades e é isso que o SINDETELCO deseja, pela criação do primeiro Acordo de Empresa, que vai ter depois das férias a primeira reunião negocial, na segunda quinzena de Setembro.  

A empresa conhece as nossas pretensões e desejos na criação de um Acordo de Empresa, nomeadamente que que seja justo para TODOS os trabalhadores: quer para os trabalhadores que se iniciaram na POSTLOG, bem como os oriundos da POSTEXPRESSO e ultimamente os trabalhadores oriundos da TRANSPORTA.

Antes de mais tem a empresa que requalificar todos os trabalhadores numa realidade atualizada e não como atualmente tem que é uma “manta de retalhos“, com categorias e vencimentos completamente desfasados e injustos, em que ninguém entende o caminho que a empresa está a seguir. Evidentemente a criação do A.E. pode ser a chave para este problema e o SINDETELCO é uma das partes da solução.

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SITUAÇÃO NOS CTT AGRAVA-SE DIA APÓS DIA

OS TRABALHADORES NÃO PODEM CONFIAR NUMA GESTÃO QUE ENGANA, ILUDE E, INFUNDADAMENTE, DIZ FALSIDADES.
SINDICATOS REUNIRAM E APROVARAM MEDIDAS A TOMAR.

• Todos os Sindicatos irão interpor acções em Tribunal para exigir o pagamento do subsídio de refeição em dinheiro como sempre foi;
• Foi pedida a conciliação à DGERT do processo de negociação salarial para 2020. Está já marcada a 1ª reunião para o dia 20 de Agosto;
• Fazer um ofício (insistência) à comissão nacional de protecção de dados. Até agora, passados vários meses ainda não deram reposta à participação;
• Fazer 2 cartas abertas à Associação de Municípios e à Associação Nacional de Freguesias;
• Programar a distribuição de documentos à população nas capitais de distrito;
• Efectuar uma concentração/manifestação em Lisboa em local a designar, na semana de 14 a 18 de Setembro;
• Efectuar reuniões periódicas de sindicatos até ao final do mês de Agosto;
• Elaborar comunicados a dar conhecimento aos trabalhadores do decorrer das acções;
• Continuar a fazer sessões e plenários com os trabalhadores e levar a efeito as decisões aprovadas;
• A partir do mês de Setembro mobilizar os trabalhadores para as mais variadas formas de luta.

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QUARTA REUNIÃO NEGOCIAL DO AE CTTEXPRESSO

Realizou-se ontem dia 16 de Julho a quarta reunião negocial do AE CTTEXPRESSO.

Foi uma reunião que em termos técnicos mantivemos o AE CTTEXPRESSO estático, sem qualquer evolução em relação á primeira reunião.

Existe neste momento uma concordância em 16 cláusulas apenas no texto apresentado pelo SINDETELCO e aquele que é apresentado pela empresa.

Lembramos os nossos sócios que não fazemos acordo de cláusulas individuais porque o que de facto queremos é um AE CTTEXPRESSO global e não parcial, dai vai que existe a necessidade de a empresa arrepiar caminho e fazer bem melhor, apresentando vontade de se aproximar da proposta do SINDETELCO.

A próxima reunião negocial é dia 24 de Julho.

O SINDETELCO irá estar, como sempre, com um espírito positivo e dialogante, mas não o fará um AE a qualquer preço sacrificando os trabalhadores.

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CTT ENCERRAM NEGOCIAÇÕES SOBRE OS AUMENTOS SALARIAIS PARA 2020

Como era de prever os CTT abriram o processo negocial só porque foram obrigados e apenas para inglês ver, porque na verdade não tinham qualquer vontade negocial.

Outra coisa não era de esperar de uma gestão que está a levar os CTT à quase degradação total.

Se a abertura das negociações era para ficarem bem na fotografia, então enganaram-se porque ficou desfocada e toda esborratada.

Mas os trabalhadores não trabalham para a fotografia, trabalham para ganhar o seu salário – que é cada vez mais baixo – e não estão disponíveis para aceitar o que lhes querem impor. Claro que à prepotência e à ignorância da realidade dos CTT, os trabalhadores vão responder através da luta.

A organização da luta vai ser discutida com os trabalhadores e podem os senhores gestores ter a certeza, vai ser dura e prolongada.

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ÚLTIMA HORA – NEGOCIAÇÕES NA ALTICE VÃO SER RETOMADAS

Após várias reivindicações das Associações Sindicais da Empresa expressas junto do CEO, como foi o caso da UNIÃO DOS SINDICATOS DA ALTICE, conforme nosso comunicado de 26 de Maio último, a Empresa convocou hoje todos os Sindicatos para o reinício da mesa negocial para o próximo dia 10 de Julho.

Espera e deseja a UNIÃO DOS SINDICATOS DA ALTICE que o processo negocial seja concluído com a urgência que os trabalhadores anseiam, com a atribuição da compensação já prevista para o ano de 2019, e os aumentos salariais a partir de 1 de Janeiro do corrente ano venham a ser de modo a contribuir para a paz social na Altice Portugal.

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INÍCIO DAS NEGOCIAÇÕES DO ACORDO DE EMPRESA PARA A CTTEXPRESSO

Realizou-se no dia 26 de junho a primeira reunião para negociar o Acordo Empresa para a CTTEXPRESSO.

A empresa mostrou abertura para negociar uma proposta de AE para a CTTEXPRESSO. Saudamos a intenção, mas reafirmamos que não aceitamos um AE a qualquer preço e como tal exigimos uma negociação séria e justa para os trabalhadores.

Temos sido confrontados pelos trabalhadores com o aumento salarial para 2020. Infelizmente não temos da empresa até ao momento qualquer proposta de aumento salarial.

O SINDETELCO ESTÁ DE BOA FÉ E EMPENHADO EM CONSEGUIR UM ACORDO DE EMPRESA DIGNO E UM AUMENTO SALARIAL JUSTO PARA TODOS OS TRABALHADORES DA CTTEXPRESSO.

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Aditamento ao contrato de trabalho para prestação do regime de teletrabalho na fase 3 do plano de contingência da ANACOM

No passado dia 15-06-2020 o SINDETELCO remeteu ao Presidente do Conselho de Administração da ANACOM um ofício solicitando esclarecimentos quanto à necessidade dos trabalhadores que no âmbito da fase 3 do plano de contingência da ANACOM se disponibilizem a efetuar as suas funções em teletrabalho.

Uma vez que até esta data não obtivemos qualquer sinal de resposta, decidimos hoje reiterar o nosso pedido, remetendo com este as razões que o suscitaram, conforme passamos a partilhar.

O SINDETELCO e os seus associados não se opõem à iniciativa da ANACOM de promoção do regime de trabalho remoto, no período de pandemia, nem num futuro próximo, face à necessidade de fazermos evoluir as relações de trabalho. Estamos disponíveis para melhorar o aditamento que venha a ser solicitado aos trabalhadores por teletrabalho, mas o que agora foi imposto aos nossos associados nem é justificado, nem é equilibrado.

A região de Lisboa e vale do Tejo, onde se incluem os locais de residência e de trabalho da maioria dos trabalhadores da ANACOM, ainda se encontra em estado de calamidade.

Os trabalhadores que vieram requerer por isso o regime de teletrabalho, nesta e noutras regiões, na sua maioria, são os mesmos que praticam este mesmo regime, desde meados de março, sem necessidade de qualquer aditamento ao contrato de trabalho referente a essa alteração do regime de prestação do trabalho.

Na verdade, o pedido do regime de trabalho teletrabalho, não decorre de uma escolha, ou pedido por parte dos trabalhadores, mas da implementação do plano de contingência da ANACOM que não permite a prestação do trabalho presencial por todos os trabalhadores no mesmo momento.

Naturalmente que todos aqueles que podem prestar trabalho não presencial o farão de modo a cumprir os objetivos do plano de contingência da ANACOM, tendo em conta a determinação de grupos de risco elevado e menos elevado, ao nível dos trabalhadores abrangidos, bem como das funções desempenhadas.

Alias, não se vislumbra qualquer diferença para o período ocorrido após o decretamento de estado de emergência de meados de março, em que o teletrabalho foi obrigatório, período sobre o qual a ANACOM não viu qualquer necessidade de exigir qualquer aditamento aos contratos de trabalho em vigor em comparação com o período pós  implementação da fase 3 do plano de contingência.

Acresce a tudo isto o desequilíbrio dos termos do próprio aditamento que a ANACOM impõe a qualquer trabalhador que pretenda contribuir para o objetivo estabelecido. A saber:

A) A ANACOM pode cessar o regime relativo a este aditamento a qualquer momento, enquanto o trabalhador é obrigado a cumpri-lo até ao fim sem previsão de cessação por vontade do próprio.

B) O trabalhador em horário irregular fica totalmente desprotegido no seu direito ao desligamento uma vez que o aditamento obriga a responder aos pedidos que lhe sejam feitos, independentemente da hora a que estes sejam feitos, não sendo balizado qualquer período diário de disponibilidade.

Adicionalmente:

  1. A ANACOM recusou aos associados que o pediram que o texto fosse alterado para que ficasse explicito que este pedido de teletrabalho em nada alterava a necessidade do posto de trabalho ou as funções do trabalhador.
  2. A ANACOM está a impor o mesmo aditamento aos trabalhadores explicitamente excecionados na decisão do Conselho de Administração por trabalharem no edifício 14 da sede, que se encontra em obras.

Por estas razões questionamos a exigência atual tendo em conta a ausência da mesma necessidade no período compreendido entre meados de março e meados de junho, onde os trabalhadores prestaram serviço sem qualquer exigência de aditamentos ao contrato de trabalho.

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CTT propõem a manutenção dos atuais salários

Realizou-se no dia 24 de Junho uma reunião sobre aumentos salariais de 2020 para os trabalhadores dos CTT. Esta reunião que foi tirada a ferros, porque os CTT não responderam atempadamente às propostas dos Sindicatos. Mas enfim, mais vale tarde que nunca.

Os CTT enviaram 1 hora antes da reunião aos Sindicatos, mais uma vez tirada a ferros, a fundamentação económica e uma proposta de aumentos de 0%.

Os CTT podem aumentar substancialmente os salários dos trabalhadores. Os CTT tiveram lucros em 2019 e no 1º trimestre de 2020 quase que mantiveram os lucros de 2019. Em Abril e Maio de 2020 os resultados baixaram nalguns sectores mas aumentaram noutros e quem conhece a realidade da empresa sabe que o serviço tem vindo a aumentar. Por isso os CTT querem é reservar dinheiro para os accionistas e os trabalhadores ficariam “a arder”.

Ficou marcada uma nova reunião para o dia 1 de Julho. Vamos ver como os CTT irão responder às propostas dos Sindicatos. Não queremos migalhas.

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SINDETELCO NA LINHA DA FRENTE NA LUTA DOS TRABALHADORES DA CTTEXPRESSO

Os trabalhadores da CTTEXPRESSO deram uma resposta que prova a sua força e determinação contra tudo e contra todos.

Nas Greves dos dias 29/05 e 12/06 os trabalhadores provaram que estão unidos na generalidade dos centros operacionais. Esta é uma luta de todos os trabalhadores, de todos os centros operacionais. Porque aquilo que se conseguir será para todos os trabalhadores. De realçar que recebemos mensagens de supervisores e chefes de centros operacionais, de norte a sul do país que, não estando em luta, estavam solidários, porque esta luta é de todos e para todos, em defesa do futuro dos trabalhadores.

Os plenários realizados no dia 09/06 nos Centros Operacionais de Perafita, MARL e Prior Velho tiveram uma elevada participação dos trabalhadores e permitiram abordar e discutir o futuro e os caminhos por onde os trabalhadores querem ir e não para onde os querem levar.

No próximo dia 26/06 vamos realizar a primeira reunião para debater o Acordo de Empresa (AE) para a CTTEXPRESSO. Os trabalhadores exigem respeito e ser tratados com dignidade pois dignificam o nome da empresa diariamente, mesmo com todas as adversidades que decorrem do momento que vivemos.

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OS TRABALHADORES IRÃO CONTINUAR A LUTA ATÉ ATINGIR OS OBJECTIVOS

Dia 12 de Junho foi mais uma grande jornada de luta. Nem ameaças, requisições e outros meios obscuros, desmobilizaram os trabalhadores. Foram notórios os resultados da greve, foi notória a acumulação de serviço, foi preciso arranjar quem trabalhasse nos feriados e no fim de semana. Foi demasiado evidente a desorientação dos “arautos” da gestão para esconder o que era visível e transparente. Tudo fizeram para esconder a realidade e desdobraram-se em iniciativas, algumas pela calada. Forçaram, aceleraram, inventaram, mas no fim de tudo era evidente o cheiro a queimado e o fumo que saía daquelas cabeças.

A frente sindical e os trabalhadores estão unidos e têm objectivos comuns, por isso vamos continuar a luta pelos objectivos que foram definidos:

  • O subsídio de refeição pago no recibo de vencimento e depositado na conta bancária;
  • Admissão para o quadro dos CTT dos trabalhadores suficientes para normalizar as escalas e os horários de trabalho, para evitar as constantes deslocações de trabalhadores e para que os CTT não pressionem os trabalhadores para que façam mais horas diárias sem pagamento de trabalho suplementar;
  • A contratação de trabalhadores para substituição de férias de modo a que se possa a garantir a qualidade do serviço;
  • Condições de trabalho que respeitem as normas de limpeza, espaço, ergonomia e materiais de trabalho, de modo a que sejam cumpridas as normas legais e o cumprimento das directrizes da DGS.

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REQUISIÇÃO DE TRABALHADORES PARA A GREVE DO DIA 12 DE JUNHO NOS CTT

A Empresa está, abusivamente, em alguns locais de trabalho, a requisitar 50% dos efetivos para prestação de serviços mínimos no dia da Greve.

Os trabalhadores que forem requisitados para prestação de serviços mínimos no dia da Greve apenas deverão desempenhar as tarefas a seguir assinaladas:

  1. Distribuição de telegramas e vales telegráficos (vales urgentes), vales postais da Segurança Social e outras entidades, bem como de correspondência que titule prestações por encargos familiares ou substitutivas de rendimentos de trabalho emitida por entidade bancária contratada pela Segurança Social;
  2. Aceitação/Recolha, Tratamento, Transporte e Distribuição dos EPI – Equipamentos de Proteção Individual, do COVID19, no B2B e B2C;
  3. Aceitação/Recolha, tratamento, expedição e distribuição de correio, correio expresso e encomendas postais que contenham medicamentos ou produtos perecíveis, desde que devidamente identificados no exterior;
  4. Aceitação, tratamento e expedição de correio registado com origem em entidades públicas, pelo carácter urgente que essa situação indicia e/ou possa determinar, como é o caso, em particular, da correspondência emitida por autoridades policiais ou organismos com competências inspetivas, tribunais, estabelecimentos de saúde ou pelos serviços da administração fiscal.

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