REUNIÃO DE TRABALHADORES ANACOM – BARCARENA

Entre os anos 2010 e 2018, calcula-se que os trabalhadores da ANACOM tenham perdido cerca de 17% do seu poder de compra.

De forma responsável, e em concordância com os termos das cláusulas 2ª e 3ª do nosso Acordo de Empresa (AE), apresentámos ao CA uma proposta ao processo negocial apenas para atualização da Tabela Salarial e Matérias de Expressão Pecuniária. 

Temos aguardado serenamente a disponibilidade do conselho de administração da ANACOM para iniciar este processo.

Pretendemos apresentar aos trabalhadores da ANACOM de Barcarena o ponto de situação sobre este processo e obter contributos relativamente a esta matéria.

Para isso, convocamos uma reunião de trabalhadores para o próximo dia 16 de outubro, que terá lugar nas instalações da ANACOM em Barcarena, pelas 14 horas e 30 minutos, na sala de reuniões grande.

A participação dos trabalhadores é essencial ao futuro processo negocial pelo que estão convidados, desde já, todos os trabalhadores de Barcarena/ANACOM.

Relembramos que cabe aos associados do SINDETELCO a palavra final sobre a nossa posição em matéria negocial.

Contamos com a presença de todos nesta reunião.

A sua opinião conta.

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CTT – PROPOSTA DE ACTUALIZAÇÃO SALARIAL COM EFEITOS RETROACTIVOS A JANEIRO DE 2019

OS AUMENTOS APLICADOS POR ACTO DE GESTÃO NÃO TIVERAM O ACORDO DOS SINDICATOS

POR ISSO FOI ENTREGUE À CE DOS CTT NO PASSADO DIA 3 UMA PROPOSTA DE ACTUALIZAÇÃO SALARIAL COM EFEITOS RETROACTIVOS A JANEIRO DE 2019

ESTES VALORES APLICAM-SE SOBRE O SALÁRIO BASE ACTUAL (ACTO DE GESTÃO DOS CTT)
MANTÉM-SE IGUALMENTE A PROPOSTA DE ADMISSÃO DO NOVOS TRABALHADORES.

AUMENTO DE 25€ PARA TODOS OS TRABALHADORES

Ler o comunicado na íntegra

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SINDETELCO REUNIU COM OS TRABALHADORES DA ERSAR

O SINDETELCO esteve reunido com os trabalhadores da ERSAR no passado dia 1 de outubro para lhes dar nota do ponto de situação da negociação do acordo coletivo de regulamentação de trabalho (ARCT).

O SINDETELCO apresentou na reunião os pontos que na negociação suscitaram mais dúvidas e por isso necessitavam de ser debatidos com os trabalhadores.

A negociação deparou-se com dificuldades em ver aceites as propostas que alterariam financeiramente a situação dos trabalhadores da ERSAR, à exceção da regularização, já prometida ainda para o ano 2019, dos subsídios de refeição e da fixação do direito à atribuição de um seguro de saúde para o próprio e os filhos com menos de 25 anos. 

Ficou claro da reunião que existe insatisfação dos trabalhadores em relação à compensação pelo trabalho extraordinário, pela inexistência de um estatuto para os trabalhadores que executam funções de fiscalização, pela forma como o excedente mensal de horas trabalhadas mensalmente não transita para o mês seguinte, entre outros temas.

Ouvimos as propostas que aí nos fizeram, mas estamos disponíveis para receber mais proposta de melhoria para o ARCT. Para isso, quaisquer propostas que tenham, devem ser-nos enviadas para o endereço acordo.ersar@sindetelco.pt até ao final do próximo dia 18 de outubro.

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DESORIENTAÇÃO TOTAL NA GESTÃO DOS CTT. OS TRABALHADORES É QUE PAGAM

Encerram as negociações em julho, comunicam que vão aplicar os aumentos por acto de gestão em agosto com retroactivos a janeiro, depois fazem acordo com um sindicato, acordo esse que entrou em vigor em 20 de setembro (data posterior à do processamento de vencimentos do respectivo mês). Qual não é o espanto quando os trabalhadores receberam os extratos e viram o seu vencimento voltar aos valores anteriores ao aumento salarial e descontos com retroactivos à data da sua promoção. A partir daqui é a bagunça!

Tantos administradores, directores e especialistas e afinal qualquer merceeiro faria as contas certas.

– A comissão executiva diz que deliberou uma coisa.
– A DRH fez outra.
– A direcção de informação e administração de pessoal explicou o inexplicável.
– Alguém mandou os serviços elaboradores meter os pés pelas mãos e meter-se na actividade sindical.

EXIGIMOS A DEMISSÃO DOS RESPONSÁVEIS!

Ler o comunicado na íntegra

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REUNIÃO DE TRABALHADORES – ANACOM LISBOA

Entre os anos 2010 e 2018 calcula-se que os trabalhadores da ANACOM tenham perdido cerca de 17% do seu poder de compra.

Foi de forma responsável, e em concordância com as cláusulas 2ª e 3ª do nosso Acordo de Empresa, que apresentámos uma proposta ao processo negocial apenas tendo em conta a atualização da Tabela Salarial e demais Matérias de Expressão Pecuniária. 

O SINDETELCO tem assim aguardado serenamente a disponibilidade do Conselho de Administração da ANACOM para iniciar este processo.

Pretendemos apresentar aos trabalhadores da ANACOM de Lisboa a atual situação sindical e ouvi-los relativamente a esta matéria.

Deste modo, convocámos uma reunião, especialmente dirigida aos trabalhadores de Lisboa,  para o próximo dia 3 de outubro, que terá lugar na sede da ANACOM, pelas 14 horas.

A participação de todos, associados e não associados, é essencial ao futuro processo negocial, pelo que esta reunião será agendada para os outros estabelecimentos brevemente.

Lembramos que cabe aos associados do SINDETELCO a palavra final sobre as posições tomadas em matéria negocial.

Contamos com a vossa presença nesta reunião.

Cordiais Saudações Sindicais
O SECRETARIADO NACIONAL DO SINDETELCO

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PROCESSO DE CONCILIAÇÃO DOS AUMENTOS SALARIAIS DOS CTT ACABOU SEM ACORDO

SINDICATOS VÃO REUNIR PARA ANALISAR A SITUAÇÃO E DECIDIR SOBRE AS MEDIDAS QUE VÃO TOMAR

Como é sabido os CTT encerraram as negociações em Julho sem ter havido acordo por parte de todos os Sindicatos e os CTT aplicaram aumentos por acto de gestão. Apesar de os Sindicatos não estarem de acordo porque achavam que os CTT poderiam ter ido mais longe nos aumentos salariais, havia um clima de relactiva paz social. Eis senão quando ocorreu um facto que seria caricato não fosse a sua gravidade: os CTT e um sindicato que representa poucas centenas de trabalhadores decidem, passadas duas semanas das negociações estarem encerradas, assinar um acordo com base nos valores do acto de gestão. É má-fé duns e oportunismo doutros, é prepotências duns e desespero doutros.

OS TRABALHADORES NÃO ENTENDEM NEM ACEITAM MÁ-FÉ E OPORTUNISMO!

No decorrer desta semana irá realizar-se uma reunião com os Sindicatos para analisar a situação, as medidas a tomar, a forma de ouvir os trabalhadores e, ao mesmo tempo, discutir com eles as acções a levar a cabo.

Ler comunicado na íntegra

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CTTEXPRESSO – É TEMPO DE AGIR E DE LUTAR!

Colegas,

Perante tantas promessas por cumprir, vamos AGIR e vamos LUTAR para dignificar o nosso Posto de Trabalho.  Só UNIDOS poderemos conquistar aquilo que, por direito, nos é devido.

Lembramos todos os trabalhadores da CTT-EXPRESSO, que está em vigor um  PRÉ-AVISO DE GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO E SUPLEMENTAR POR TEMPO INDETERMINADO.

Por todas as razões apresentadas anteriormente, deixamos nas mãos dos trabalhadores da CTT-EXPRESSO, onde quer que estejam, uma união na defesa dos seus direitos.

Estamos disponíveis para realizar reuniões de trabalhadores, com a maior brevidade possível, de Norte a Sul, em todos os locais de trabalho, em horário a definir com os nossos dirigentes e delegados Sindicais locais, e Trabalhadores nos locais de trabalho onde não temos representantes sindicais.

Ler o comunicado na íntegra

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OS TRABALHADORES DA ANACOM QUEREM UMA AVALIAÇÃO JUSTA E ATEMPADA DO TRABALHO QUE DESENVOLVEM ANUALMENTE

Uma avaliação justa pressupõe a fixação de objetivos específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e definidos num determinado período de tempo e sempre no início de cada ciclo de avaliação.

Contudo, esta não é a realidade da ANACOM no que ao processo de definição de objetivos, e consequente avaliação dos resultados, diz respeito.

Os objetivos na ANACOM são, na generalidade (i) fixados após o decurso do período temporal relativo ao objeto da avaliação, (ii) não sendo, em larga medida, mensuráveis o que, quase sempre, resulta num mero cumprimento formal do procedimento instituído, não resultando deste uma efetiva e meritória avaliação do desempenho, como seria expectável.

Na verdade, este procedimento, ou a forma como tem sido implementado, dificulta uma correta e clara adequação na realização do trabalho de cada um, tendo em conta um suposto cumprimento de objetivos, que só é fixado e comunicado à posteriori, dificultando, ainda, ou inclusive impedindo, uma superação dos mesmos.

No âmbito do processo de avaliação de desempenho, referente a 2018, os trabalhadores da ANACOM estão, agora, a ser confrontados com a fixação dos respetivos objetivos no decurso do terceiro trimestre de 2019.

Este facto retira qualquer eficácia que o processo de avaliação de desempenho pretenda ter, tanto para a própria gestão, como para o próprio trabalhador, uma vez que as propostas para os objetivos são fixadas após o trabalho desenvolvido, podendo ocasionar eventuais situações de injustiça ou favorecimento imerecidos.

Esta realidade tem contribuído para um sentimento de injustiça, e de total ausência de credibilidade, junto dos trabalhadores, contrariamente ao que se pretenderia suscitar perante um processo de avaliação de desempenho.

Este comportamento não pode continuar a ser tolerado numa organização que se diz ser de excelência, regida pelo rigor procedimental e pautada pela transparência nas suas atuações.

O SINDETELCO entende que esta forma de proceder pode impossibilitar o alcance da excelência, não se traduz numa rigorosa avaliação, podendo originar situações de imerecida injustiça, não demonstrando, portanto, qualquer tipo de transparência na sua implementação.

Também não é aceitável que os trabalhadores, em finais de 2019, devam validar os objetivos referentes ao ano de 2018, por forma a ser possível a concluir o respetivo processo de avaliação. Recordamos que os objetivos – e também as competências – não foram formalmente comunicados no início do ciclo avaliativo, tendo dificultado ou impossibilitado o seu cumprimento, ou impedido a superação dos mesmos, relativamente ao ano de 2018.

Apesar de, sistematicamente, a ANACOM, através do atual, bem como dos anteriores Conselhos de Administração, prometer aos representantes dos trabalhadores, como aos próprios, melhorias do sistema, o que se tem verificado é que ano após anos a situação não encontra alterações ou melhorias.

Ao contrário o que os trabalhadores têm constatado é, que apesar das constantes promessas de melhoria, ou da alteração dos formalismos, se mantêm, repetem, ou agravam as situações de injustiça.

Resta, após reflexão, analisar as razões invocadas pelos trabalhadores ao manifestarem insatisfação quanto ao atual sistema de avaliação.

Importa, igualmente, refletir na forma como o mérito é reconhecido e recompensado, de forma pouco coerente. É pedido mais empenho, abnegação, e cada vez mais espirito de sacrifício, quando a moeda de troca se revela ineficaz, insuficiente, obscura e por vastas vezes altamente injusta.

POR UMA AVALIAÇÃO JUSTA E ATEMPADA DO TRABALHO

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SINDETELCO presente na Conferência de Quadros da UNI P&M

O SINDETELCO participou no congresso mundial do UNI Professionals and Managers (UNI P&M). Este grupo da UNI Global Union [1] representa os profissionais e gestores de todo o mundo, denominados também por Quadros.

Neste congresso foi eleito o novo presidente do UNI P&M, tendo sido, igualmente, aprovados os estatutos globais. A missão do UNI P&M, nos termos dos estatutos, é a seguinte:

“O UNI P&M irá representar e fazer avançar os interesses dos profissionais e gestores de todo o mundo de forma a garantir que estes são reconhecidos pelas suas capacidades e contributos, que os seus direitos são respeitados, e que têm uma voz na transformação do futuro dos seus locais de trabalho e da sociedade.”

Foi ainda aprovado o programa global do UNI P&M, de onde resultam as seguintes linhas de atuação estratégicas:

  1. Coordenar com os sindicatos afiliados o desenvolvimento de um plano de ação que ao considerar as inúmeras capacidades dos P&M nos vários setores da UNI, estabelecerá, assim, um conjunto das melhores práticas bem como uma matriz de necessárias competências para a negociação coletiva.
  2. Suportar os sindicatos afiliados, no que diz respeito aos seus esforços de organização de trabalhadores, promovendo, desenvolvendo e partilhando as melhores práticas de sindicalização de profissionais e de gestores nos mais vários setores de atividade.
  3. Criar um conjunto de orientações por forma a garantir a execução das melhores práticas, nomeadamente no direito dos trabalhadores se desligarem do trabalho e onde poderão constar um conjunto de recomendações a ser negociadas nos acordos coletivos ou utilizadas como ministério de influência no poder político.
  4. Trabalhar em conjunto com o grupo UNI Igualdade de Oportunidades com o objetivo de promover campanhas que visem a garantia de atendimento das revindicações das mulheres nas ciências, tecnologias, engenharias e matemáticas (STEM) e que estas fazem parte da negociação coletiva.
  5. Coordenar os grupos regionais da UNI para desenvolver programas e atividades que enderecem as reivindicações específicas dos profissionais e gestores.

O congresso do UNI P&M permitiu ainda debater outros temas, tais como:

  • Capacidades para o novo mundo do trabalho;
  • Como organizar profissionais e gestores;
  • Equilíbrio entre trabalho e vida privada e o direito do profissional a desligar-se do trabalho; e
  • As mulheres nas ciências, tecnologias, engenharias e matemáticas (STEM).

Os Quadros representam um papel cada vez mais importante numa linha da frente num mundo do trabalho em constante evolução. Entre estes “técnicos” altamente qualificados, encontramos profissionais competentes no desenvolvimento de sistemas de informação, engenheiros nas mais diversas áreas, gestores no sector bancário, outros gestores intermédios, gerentes, contabilistas, médicos, juristas, designers e tantos outros que dependem da sua educação universitária e técnica de nível superior para poderem executar exemplarmente as suas funções.

Os Quadros enfrentam um conjunto de desafios cada vez mais específicos na sua vida, tanto em aspetos de caracter profissional, bem como no âmbito da sua esfera pessoal. Esses desafios revestem-se de uma constante e premente necessidade de atualização de conhecimentos, a digitalização das suas funções, bem como o direito de se desligarem do trabalho durante os seus períodos de descanso garantindo, assim, um maior equilíbrio entre trabalho e vida privada que se traduzirá em trabalhadores mais saudáveis.

Contudo, importa lembrar que os Quadros, mesmo desempenhando posições chaves e com funções altamente qualificadas, muitas vezes, não têm voz ativa dentro das organizações.

O UNI P&M (Quadros) desafia por isso o mito de que os Quadros representam o empregador e que não têm necessidade de se organizar em torno de sindicatos para ter voz.

No SINDETELCO entendemos que separar os Quadros dos restantes Trabalhadores enfraquece os sindicatos na negociação coletiva.

Em todo o mundo gestores e profissionais estão a organizar-se através dos sindicatos para endereçar adequadamente os problemas reais que enfrentam nos locais de trabalho.

Os Quadros têm de se organizar nos sindicatos em inequívoca solidariedade internacional com todos os Trabalhadores, numa estratégia global que sirva os seus interesses em contraponto ao poder cada vez mais crescente das multinacionais.

[1] UNI Global Union: https://www.uniglobalunion.org/

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OS TRABALHADORES DAS ESTAÇÕES DE CORREIO TÊM PROBLEMAS ESPECÍFICOS


OS TRABALHADORES DAS ESTAÇÕES DE CORREIO SÃO TRABALHADORES DOS CTT!

OS TRABALHADORES DAS ESTAÇÕES DE CORREIO TÊM PROBLEMAS ESPECÍFICOS

OS TNG’s TÊM QUE CONTRIBUIR PARA A RESOLUÇÃO DOS NOSSOS PROBLEMAS

Os problemas que continuam a existir nas Estações prendem-se sobretudo com a falta de trabalhadores para executar as tarefas diárias e, nesta altura das férias este problema agrava-se pois continua a não haver contratações dos trabalhadores necessários para as necessidades.

Sem qualquer respeito, a empresa impõe os períodos de férias, fora da escala, fazendo com que os trabalhadores sejam obrigados a gozar o período de férias em alturas não planeadas e não tendo em conta a conciliação das férias com os familiares.

Ler o comunicado na íntegra

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INFORMAÇÃO AOS PORTADORES DO CARTÃO PROFISSIONAL DE SEGURANÇA PORTEIRO

comunicado 29 – segurançaA Nova lei da Segurança Privada n.º 46/2019 de 08 de Julho, irá entrar em vigor em Setembro e trará algumas alterações ao setor que poderá consultar no nosso site (www.sindetelco.pt).

Informamos os nossos sócios portadores do cartão profissional com a especialidade de Segurança Porteiro para a seguinte Norma Transitória emitida pela Direção Nacional da PSP Departamento de Segurança Privada.

O SINDETELCO EXIGE ÁS EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA A APLICAÇÃO IMEDIATA DO CCT / FETESE A TODOS OS VIGILANTES QUE SEJAM SEUS SINDICALIZADOS.

Não hesitem, contactem-nos enviando um e-mail para seguranca@sindetelco.pt ou via telefone para 919 280 063 (Dirigente Sindical do SINDETELCO e Vigilante, Octávio Amaro).

Denunciem as ilegalidades no setor e manifestem a vossa vontade e disponibilidade em fazer parte deste projeto, pois só assim será possível continuar a lutar pelos nossos direitos e por melhores condições de trabalho.

Ler o comunicado na íntegra

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O AUMENTO DO LUCROS DOS CTT TEM QUE SE TRADUZIR EM AUMENTOS SALARIAIS JUSTOS

É preciso que fique claro que existiu da parte dos sindicatos vontade de negociar, e do lado da empresa uma postura arrogante, prepotente e autoritária, mesmo sabendo que a negociação colectiva em Portugal apresenta aumentos salariais bastante superiores a 0,8%, 0,9% e 1%.
Os CTT sabem e os trabalhadores sentem no dia-a-dia que estão a perder poder de compra.

Trabalhamos, produzimos, os ritmos de trabalho aumentam exponencialmente, mas quando da negociação salarial não há dinheiro suficiente para o pagamento de salários dignos e justos.

Os CTT apostaram no fim da paz social. Depois da fraude das avaliações com os célebres 2,4 que não permitem a acumulação para efeitos de progressão da generalidade dos trabalhadores, desvalorizam agora ainda mais os seus trabalhadores, recusando negociar aumentos salariais que os CTT podem facilmente suportar, não reconhecendo mais uma vez o seu mérito e a sua participação nos resultados económicos positivos dos CTT, e de forma provocatória fazem tábua rasa da representatividade sindical.

Os CTT estão a trilhar um caminho perigoso, mas os Sindicatos unidos e com a esmagadora MAIORIA dos trabalhadores darão resposta à altura.

Esta manobra dos CTT com a conivência do Sincor teria tanto de original como de surpreendente, não fossem os objectivos que os CTT pretendem atingir. Isto não é mais do que um teste para um futuro próximo.

Ler o comunicado na íntegra

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