NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO DA MEO PARA 2026 NOVA REUNIÃO NEGOCIAL A 18 DE FEVEREIRO

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ELEIÇÕES PARA OS ÓRGÃOS NACIONAIS DO SINDETELCO – Apresentação Lista A

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LISTA ADMITIDA À ASSEMBLEIA ELEITORAL

Ao abrigo dos Estatutos do SINDETELCO, a Mesa do Conselho Geral informa que no dia 30 de Janeiro 2026, pelas 17 horas, foi recebida e aceite, uma Lista, concorrente ao ato eleitoral para eleição dos Órgãos Nacionais do SINDETELCO para o mandato 2026-2030 designada por LISTA A.

A Mesa da Assembleia Eleitoral verificou a legalidade das candidaturas não tendo detetado qualquer irregularidade.

A eleição será realizada por voto presencial com mesas de voto presentes nos locais de trabalho, na sede em Lisboa (Rua Conde Redondo Nº 60B – Lisboa) e na delegação norte (Rua de Cunha Junior Nº 282 – Porto).

A Assembleia Eleitoral terá o seu inicio às 8 horas do dia 2 de Março 2026 e terminará às 17 horas do dia 20 Março 2026.

Apelamos à participação de todos os associados neste ato eleitoral, para reforço da legitimidade e capacidade sindical dos próximos dirigentes do SINDETELCO.

Lisboa, 12 Fevereiro 2026

O Presidente do Conselho Geral
Álvaro Manuel Ferro Silva

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STEF PORTUGAL – ATUALIZAÇÕES SALARIAIS E CONQUISTAS PARA 2026

Entramos em 2026 depois de um ano desafiante, mas também marcado por importantes conquistas. O ano de 2025 exigiu muito de todos nós, e é com esse mesmo espírito de união e determinação que iniciamos este novo ciclo.

No início de janeiro realizaram-se os plenários para votação das atualizações salariais, mantendo a linha de evolução seguida nos últimos seis anos. Foram aprovados os seguintes aumentos, resultantes da negociação entre a estrutura sindical da STEF Portugal e a direção da empresa:

  • Aumento de 52€ para todos os trabalhadores.
  • Aumento de 0,50€ no subsídio de alimentação, passando de 7,50€ para 8,00€ diários.
  • Aumento de 1,34€ nas diuturnidades, passando de 23,29€ para 24,63€ cada (contratação coletiva).

Estes valores foram negociados num momento em que o CCT ainda estava em discussão, como foi explicado nos plenários, garantindo desde logo que todos os trabalhadores ficassem a ganhar, independentemente do desfecho das negociações setoriais.

Paralelamente às negociações internas na STEF, decorreram também as negociações do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) aplicável ao nosso setor, concluídas no passado dia 4 de fevereiro.

Entre as alterações aprovadas — que serão detalhadas nos plenários a realizar durante este mês ou no início de março — destacam‑se os seguintes aumentos remuneratórios:

  • Aumento de 1% (9,43€) no salário mínimo da tabela do CCT, passando de 956,20€ para 965,63€ mensais.
  • Aumento de 0,30€ no subsídio de alimentação, passando de 8,00€ para 8,30€ diários.

Estas conquistas reforçam a valorização dos trabalhadores no âmbito do CCT, mesmo sabendo que, para muitos, os aumentos só se tornaram efetivos graças à negociação direta com a empresa.

Existem ainda outras alterações de natureza não remuneratória, que serão igualmente apresentadas e explicadas nos plenários.

O SINDETELCO mantém-se totalmente disponível para esclarecer todas as dúvidas através dos canais habituais.

A luta continua, e juntos continuaremos a defender os direitos e a valorização de todos os trabalhadores.

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REUNIÃO DE 29 DE JANEIRO – NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO DA MEO PARA 2026

As negociações para a revisão salarial iniciaram-se no dia 15 de janeiro, data em que se realizou a 1.ª reunião com a empresa.

Nessa altura, a proposta apresentada pela administração foi de apenas 1,8% de aumento para todos os trabalhadores e a atualização do subsídio de refeição para 10,20€, com efeitos a 1 de julho.

Ao longo da semana passada, decorreram mais quatro reuniões entre a empresa e este conjunto de sindicatos. Foram várias as propostas trocadas, sempre com o objetivo de encontrar uma solução justa e equilibrada. Entretanto a empresa apresentou a sua proposta final, traduzida em 2,5% de aumento para todos os trabalhadores e subsídio de refeição de 10,46€, mantendo os efeitos apenas a 1 de julho de 2026.

Proposta da empresa

  • Aumento de vencimentos: 2,5% para a totalidade dos trabalhadores (com efeitos a 1 de julho de 2026).
  • Subsídio de refeição: 10,46€ (com efeitos a 1 de julho de 2026).
  • Salário mínimo garantido a 1 de julho (não na tabela salarial): 970€ para quem estiver ao serviço (na Madeira já se aplica o mínimo de 980 euros e nos Açores 966 euros, desde 1 de janeiro).
  • Pequeno-almoço: 3,40€.
  • Nº de movimentos de progressão: 100 (data de efeitos 1 de outubro).

A empresa justificou a entrada em vigor dos aumentos apenas em julho alegando limitações orçamentais e “timing financeiro”, afirmando preferir “sacrificar seis meses de aumentos num ano para garantir um aumento maior no futuro”.

Contudo, depois de um 2025 sem qualquer aumento salarial, esta proposta continua a não responder às necessidades reais dos trabalhadores, nem a repor qualquer perda de poder de compra perdido.

Proposta dos Sindicatos

Os sindicatos, mantendo sempre uma postura de abertura ao diálogo e de defesa firme dos trabalhadores, apresentaram uma proposta final com retroativos a 1 de janeiro de 2026, que garante uma valorização efetiva dos salários e das condições de trabalho:

  • Aumento de vencimentos: 3,5%, com um mínimo de 56€.
  • Valor mínimo da tabela salarial: 1000€.
  • Pequeno-almoço: 3,50€.
  • Subsídio de refeição: 10,46€.
  • Nº de movimentos de progressão: 400, sendo 50% destes movimentos para quem está há 10 ou mais anos sem evolução profissional.
  • Chamada acidental: 20,00€.
  • Grande altura: 17,50€.
  • Atualização do prémio de reforma/aposentação: 3,5%.

Para estes Sindicatos a empresa tem espaço para continuar a evoluir, pelo que reafirmamos a total disponibilidade para continuar as negociações, defendendo aumentos salariais dignos e justos, que reconheçam o esforço e o compromisso diário de todos os trabalhadores.

AGUARDA-SE   RESPOSTA   DA   EMPRESA   E   A   FORMALIZAÇÃO   DO PROJECTO DE PROTOCOLO PARA NO CASO DE HAVER ACORDO.

Esta luta é por todos e para todos — a valorização de quem trabalha não pode continuar a ser adiada!

SINTTAV – SNTCT – STT – SINDETELCO – SICOMP – TENSIQ – FE – SINQUADROS

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NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLECTIVO DE TRABALHO DA MEO PARA 2026 PROPOSTA DA EMPRESA É INACEITÁVEL

A primeira reunião negocial do ACT da MEO e outras empresas do Grupo ALTICE Portugal iniciou-se no dia 15 de Janeiro.

A Administração da MEO apresentou uma contraproposta de atualização salarial e de subsídio de refeição para 2026 que os Sindicatos consideram claramente insuficiente e que contribui para que continue o empobrecimento dos trabalhadores da empresa.

Desde que a Altice chegou em Junho de 2015, últimos 10 anos, os trabalhadores perderam mais de 15% do seu poder de compra. A inflação acumulada foi de mais de 22% e a generalidade dos salários aumentaram 100 euros em 10 anos.

Proposta de aumentos de 1,8%, mas com efeitos a partir de 1 de Julho.

A empresa propõe um aumento de apenas 1,8% nos salários base, valor que não compensa a perda de poder de compra acumulada nem acompanha o aumento do custo de vida sentido pelos trabalhadores e suas famílias. Este aumento, já de si reduzido, teria ainda efeitos apenas a 1 de Julho de 2026, significando que durante metade do ano os trabalhadores permaneceriam com o salário congelado, o que na prática corresponde a um aumento na remuneração anual de 1,03%.

A proposta inclui ainda uma atualização do subsídio de refeição de apenas 20 cêntimos por dia com efeitos a 1 de Julho, valor que não cobre o aumento real dos preços das refeições e representa um acréscimo de até 4.40€ por mês.

Num contexto em que comer fora está cada vez mais caro, este acréscimo simbólico não garante a função mínima do subsídio de refeição, que é ajudar a suportar o custo de uma refeição digna em cada dia de trabalho.

O que os Sindicatos defendem:

Os Sindicatos defendem e entendem que os trabalhadores da MEO não podem continuar a empobrecer a trabalhar e que os aumentos salariais e dos subsídios têm de ser reais, justos e com efeitos a 1 de janeiro de 2026, respeitando assim todo o ano.

Os Sindicatos reafirmam a necessidade de melhorar substancialmente a proposta da empresa e apela à mobilização de todos os trabalhadores em torno das nossas reivindicações que foram apresentadas à CEO em Novembro de 2025.

Estes Sindicatos não embarcam em fantasias de aumentos em função de EBITDA-CAPEX. Com essa “fórmula milagrosa” que alguns dizem defender os aumentos salarias para 2026 eram negativos, pois essa diferença, nos últimos 4 trimestres, é bem menor que a diferença do período homólogo imediatamente anterior.

A próxima reunião ficou marcada para 27 de Janeiro, às 10h.

Vamos lutar por aumentos justos, que valorizem o trabalho e a dedicação dos trabalhadores que constroem todos os dias a MEO.

Comunicado Conjunto
SINDETELCO SINTTAV – SNTCT- STT – SICOMP – FE – SINQUADROS

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ASSEMBLEIA GERAL DE SÓCIOS 2026

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Proposta de aumentos salariais 2026 – CTT EXPRESSO

O SINDETELCO apresentou à Administração dos CTT, no passado dia 30 de Dezembro 2025, uma proposta de revisão da tabela salarial para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2026.

A proposta inclui um aumento de 8% na remuneração base para todos os trabalhadores, bem como a atualização de diversos subsídios. Propomos ainda a admissão de 100 trabalhadores.

Esta atualização assenta numa fundamentação económica que tem em conta o contexto macroeconómico nacional e europeu, a evolução da inflação, a valorização do salário mínimo e dos salários médios e a necessidade de garantir que os ganhos de produtividade se traduzam em melhoria efetiva dos rendimentos dos trabalhadores dos CTTEXPRESSO.

Proposta de Aumento do Vencimento Base
para Todos os Trabalhadores
8%
Cláusulas de expressão pecuniáriaProposta SINDETELCO
Criação de diuturnidades36€
Subsídio de refeição10,50 €
Subsídio de atendimento0,53 €
Horário descontínuo1,58 €
Subsídio de condução – automóvel/motociclo2,30 €
Subsídio de condução – velocípedes1,32 €
Subsídio de condução – viaturas pesadas3,50€

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Proposta de aumentos salariais 2026 – CTT

O SINDETELCO apresentou à Administração dos CTT, no passado dia 30 de Dezembro 2025, uma proposta de revisão da tabela salarial para vigorar a partir de 1 de janeiro de 2026.

A proposta inclui um aumento de 8% na remuneração base para todos os trabalhadores, bem como a atualização de diversos subsídios. Propomos ainda a admissão de 100 trabalhadores.

Esta atualização assenta numa fundamentação económica que tem em conta o contexto macroeconómico nacional e europeu, a evolução da inflação, a valorização do salário mínimo e dos salários médios e a necessidade de garantir que os ganhos de produtividade se traduzam em melhoria efetiva dos rendimentos dos trabalhadores dos CTT.

Proposta de Aumento do Vencimento Base
para Todos os Trabalhadores
8%
Cláusulas de expressão pecuniáriaProposta SINDETELCO
Diuturnidades36€
Subsídio de refeição10,50 €
Subsídio de atendimento0,53 €
Horário descontínuo1,58 €
Subsídio de condução – automóvel/motociclo2,30 €
Subsídio de condução – velocípedes1,32 €
Subsídio de condução – viaturas pesadas3,50€

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GREVE GERAL – 11 DEZEMBRO 2025

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ACORDO DE PRINCÍPIO PARA REVISÃO DO CCT DA LIMPEZA COM AUMENTOS SALARIAIS

  • Mantêm-se todos os direitos do CCT da Limpeza.
  • Conquistaram-se novos direitos.
  • E conseguimos aumento de salários a rondar 5.7% para as diversas categorias do setor da limpeza.

VALEU A PENA LUTAR – E NÃO BAIXAR OS BRAÇOS

NO ENTANTO  E EMBORA SE TENHA ALCANÇADO UM ACORDO DE PRINCIPIO

CONTINUAREMOS A LUTAR POR MELHORES SALÁRIOS E POR MELHORES CONDIÇÕES PARA TODOS OS TRABALHADORES DO SETOR

No passado dia 19 de Novembro, na reunião de negociações com a associação das empresas  do Sector da Limpeza Industrial, conseguiu-se chegar a um importante ACORDO DE PRINCÍPIO para a revisão do CCT da Limpeza com efeitos a partir do dia 01 Janeiro 2026.

Importa realçar que este acordo só foi possível devido a uma forte mobilização, e organização, assim como á firme disposição dos trabalhadores do setor da limpeza que se mantêm firmes e UNIDOS no combate á intransigência das empresas de limpeza, inclusive os trabalhadores estavam dispostos, se fosse necessário, a realizar uma GREVE DO SETOR DA LIMPEZA com uma grande mobilização e CONCENTRAÇÃO a nível NACIONAL, facto este que deu a FORÇA ao SINDETELCO e à P.O.S para, à mesa das negociações, conquistar este importante ACORDO DE PRINCÍPIOS!!!

Por isso, reafirmamos, vale a pena lutar pelos direitos dos trabalhadores e por salários mais dignos para todas as categorias do setor da limpeza. Não foi necessário realizar nenhuma luta embora houvesse essa disposição por parte dos trabalhadores.  Embora não tenha sido possível conquistar todas as reivindicações que o SINDETELCO e a P.O.S apresentaram ao longo das várias reuniões de negociações, o que  importa é que se alcançou o objetivo.

Mas ATENÇÃO! Deixamos o ALERTA que não ficaremos de braços cruzados e que continuaremos a lutar por melhores condições de trabalho e por salários mais dignos. E continuamos com esta mesma disposição para combater o PACOTE LABORAL que este Governo pretende implementar. Por esta mesma razão, vamos aderir à GREVE GERAL DO PRÓXIMO DIA 11.DEZEMBRO convocada pela UGT, vamos mostrar a força dos trabalhadores do setor da limpeza

REVISÃO DO CCT DA LIMPEZA A VIGORAR A PARTIR DE 01 JANEIRO 2026

1)         ACTUAL CCT – mantêm-se todos os direitos, e o CCT vigorará durante dois anos, 2026 e 2027.

2)         DIREITOS CONQUISTADOS

2.1       – Subsídio de Alimentação:

•          2026 – 6.10€

•          2027 – 6.30€.

Importa referir que, “Se o valor do subsídio de refeição da Função Publica for superior aos valores agora acordados, aplicar-se-á os valores iguais aos da Função Publica “ para que os trabalhadores não sejam prejudicados.

2.2       – Subsídio de Risco nos Hospitais:

•          2026 – 5.00€

•          2027 – 7.00 €

•          2028 – 10.00 €;

2.3       – Dia de Carnaval – criada uma cláusula própria para este direito, que ficou escrita de forma clara para que não existam duvidas e este direito seja aplicado sem violações por parte de empresas;

2.4       – Doação de Sangue – o(a) trabalhador(a) terá direito a faltar durante o dia da doação e desde que comunicado á entidade patronal com 5 dias de antecedência;

2.5       – Percentagem sobre o Salário Mínimo Nacional (cláusula 55ª) – A actual percentagem de 0.5%. sobre o Salário mínimo Nacional será aplicada da seguinte forma no aumento salarial.

•          2027 – 1,25%

•          2028 – 1.50%;

2.6       Categorias Profissionais – Foram criadas as categorias profissionais de “Trabalhador de Limpeza de Máquinas e Equipamentos Industriais”, integrada no nível 6 da Tabela Salarial, e foi também criada uma nova tabela, a dos TRABALHADORES DE MANUTENÇÃO, com 3 novas categorias: Chefe de Manutenção, Técnico de Manutenção e Auxiliar de Manutenção.

3)         TABELA SALARIAL – Os aumentos salariais em 2026 serão, no mínimo, de 5.7% e a nossa tabela salarial (baseada na percentagem de 0.50% superior ao Salário Mínimo Nacional para 2026) será editada em breve. Os aumentos salariais de 2027 serão editados no final de 2026 (com uma percentagem de 1.25% superior ao Salário Mínimo Nacional para 2027).

APELAMOS À GREVE GERAL DIA 11-12-2025

CONTRA O PACOTE LABORAL QUE O GOVERNO PRETENDE IMPLEMENTAR

O SINDETELCO continuará a defender os direitos dos trabalhadores do setor, a manutenção dos postos de trabalho, assim como aumentos justos que dignifiquem todas as categorias do setor.

 Contactem-nos enviando um e-mail para limpeza@sindetelco.pt ou via telefone para 961 089 282 (Dirigente Sindical do SINDETELCO, Octávio Amaro). Denunciem as ilegalidades no setor e manifestem a vossa vontade e disponibilidade em fazer parte.  Visite também a nossa rede social em www.facebook.com/sindetelco.

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SALÁRIOS EM ATRASO NA REDITUS – Situação e Orientações Legais

A situação dos trabalhadores da Reditus continua crítica, com o pagamento apenas parcial (cerca de 33%) do vencimento de setembro e atraso nos duodécimos de férias, Natal e subsídio de alimentação.

O Sindetelco reuniu-se recentemente com os grupos parlamentares do PSD e PS para transmitir a preocupação dos trabalhadores e exigir esclarecimentos sobre a falta de liquidação desses valores, tema que ainda não foi resolvido.

Reunião com Grupos Parlamentares

O Sindetelco levou às reuniões a insatisfação geral pelo não pagamento do 1/3 do vencimento, duodécimos e subsídio de alimentação. Os grupos parlamentares, PSD e PS, tomaram nota das preocupações e comprometeram-se a acompanhar o caso.

Informação sobre Pagamentos da Segurança Social

O grupo parlamentar do PSD informou que a Segurança Social já pagou à Reditus todos os valores devidos pelo Estado, não existindo assim desculpa para o atraso nos salários. Questionou-se a falta de utilização do Fundo Garantia Salarial em situações deste tipo, mas recebeu-se resposta de que este fundo não pode ser acionado por não se tratar de desemprego ou insolvência formal.

Exigência de Revisão das Regras

O Sindetelco alertou para a necessidade urgente de rever as regras de utilização do Fundo Garantia Salarial, de forma a proteger trabalhadores quando empresas contratadas incumpram com os compromissos sem estarem formalmente insolventes. Foram pedidos esclarecimentos a entidades como a ACT e ao Ministério do Trabalho, com exigência de respostas rápidas e resolução do pagamento do restante vencimento e subsídios em falta.

Compromisso Sindetelco

A reclamação dos créditos devidos pela Reditus deverá ser efetuada de forma legal. Para tal, os interessados devem entrar em contacto com o SINDETELCO, a fim de dar inicio a esse processo.

Mantemos o compromisso de continuar a atuar e de pressionar todas as entidades competentes, com o objetivo de garantir a liquidação dos valores em atraso e a defesa dos direitos dos trabalhadores. Apelamos à mobilização de todos os associados e trabalhadores para que se mantenham atentos e, sempre que necessário, apresentem denúncias formais junto das autoridades competentes.

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