Alterações ao Regulamento de horário de trabalho e manual de procedimentos de administração de pessoal na ANACOM

O SINDETELCO reuniu no passado dia 1 de março com o Conselho de Administração da ANACOM (CA) para lhe serem apresentadas alterações ao regulamento de horário de trabalho e ao manual de procedimentos de administração de pessoal.

Nessa reunião, foi-nos explicado que as alterações introduzidas visam dar cumprimento integral às exigências legais fixadas no artigo 202º do Código de Trabalho no que respeita à obrigatoriedade de todos os trabalhadores da ANACOM, incluindo os trabalhadores isentos de horário de trabalho, procederem ao registo de entradas e saídas do serviço no sistema eletrónico de registo de assiduidade.

Os associados do SINDETELCO, que sejam trabalhadores da ANACOM e que queiram pronunciar-se sobre as alterações agora introduzidas, devem remeter essa informação ao SINDETELCO impreterivelmente até ao dia 8 de março.

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ELEIÇÃO DE DELEGADOS SINDICAIS NA ANACOM

Com o objetivo de aumentar o contacto de proximidade do SINDETELCO com os trabalhadores, o SINDETELCO decidiu promover a eleição de Delegados Sindicais na ANACOM.

Assim, dando cumprimento ao nº 11 do artigo 35º dos estatutos do SINDETELCO, iremos proceder à promoção desta eleição em todos os Locais de Trabalho da ANACOM.

De acordo com Artigo 50.º os Delegados Sindicais são eleitos por voto direto e secreto dos associados locais com base em listas nominativas e escrutínio pelo método proporcional de Hondt.

Os Delegados Sindicais eleitos, sob a orientação e coordenação do Secretariado Nacional, realizam dinamização sindical no seu local de trabalho, são um veículo de informação entre sindicato e os trabalhadores, e fiscalizam o cumprimento das normas que regulam o trabalho.

O SINDETELCO irá assim afixar, junto aos pontógrafos ou em placard disponibilizado junto aos bares, as folhas para inscrição dos associados que pretendam ser Delegados Sindicais no seu Local de Trabalho se poderem inscrever.

A sua participação e envolvimento neste processo é importante. Contamos consigo.

O SECRETARIADO NACIONAL DO SINDETELCO

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NA PT-MEO NADA MUDOU

É PRECISO, É URGENTE MELHORAR AS RELAÇÕES LABORAIS NA PT/MEO
NÃO BASTAM DISCURSOS, SÃO NECESSÁRIAS RESPOSTAS

REALIDADE. As ERCT tudo têm feito para aliviar o clima de confrontação laboral nunca antes visto na PT, mas todas as tentativas têm sido infrutíferas, porque a Gestão continua sem arredar pé do caminho do confronto – política do facto consumado, redução de efetivos cega e por todos os meios, desrespeito pelos trabalhadores e pelas Organizações que os representam. Assim é difícil alterar a situação e melhorar as relações laborais.

NÃO BASTAM DISCURSOS E POMPA

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GREVE GERAL CTT: NÃO FORAM DECLARADOS SERVIÇOS MÍNIMOS PELOS MINISTÉRIOS

  • SE QUALQUER TRABALHADOR(A) FOR “ESCALADO(A)” OU “REQUISITADO(A)” , DEVE DE IMEDIATO CONTACTAR O SEU SINDICATO.
  • SE ALGUM(A) TRABALHADOR(A) FOR INSTADO A ASSINAR QUALQUER DOCUMENTO NÃO O DEVE FAZER E DEVE, TAMBÉM, DENUNCIAR IMEDIATAMENTE A SITUAÇÃO AO SEU SINDICATO.
  • SE ALGUM(A) TRABALHADOR(A) FOR CONFRONTADO COM A INFORMAÇÃO – ILEGAL E MENTIROSA – DE QUE LHE VAO DESCONTAR 3 DIAS PELA GREVE, O(A) TRABALHADOR(A) DEVE PEDIR UMA DECLARAÇÃO ESCRITA À PESSOA QUE FIZER TAL AFIRMAÇÃO.

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DIA 23 FEVEREIRO – GREVE GERAL NOS CTT E EMPRESAS DO GRUPO CTT

O futuro do serviço público e universal de correios prestado às populações e empresas, o futuro da Empresa CTT e dos seus trabalhadores, ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS.

UMA GRANDE ADESÃO À GREVE GERAL E UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO EM LISBOA serão um passo decisivo para obrigar o Governo a reverter a privatização dos CTT.

Os trabalhadores dos CTT – Atendimento, Distribuição, Tratamento e Serviços Centrais – e os trabalhadores das empresas do grupo CTT, TÊM OBRIGATORIAMENTE QUE PENSAR NO SEU FUTURO E DAS SUAS FAMÍLIAS.

Está na hora de despertar e de sair da nossa zona de conforto, é hora de decidirmos o nosso presente e futuro, sem comodismos e sem arranjarmos desculpas. JUNTOS SOMOS SUFICIENTEMENTE FORTES PARA ATINGIR OS NOSSOS OBJECTIVOS.

TODOS PARA LISBOA

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Reunião com o Presidente do Conselho de Administração da ANACOM

O SINDETELCO reuniu na semana passada (dia 8 de Fevereiro) com o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da ANACOM para debater a situação dos trabalhadores desta instituição.

Na mesa está a proposta do SINDETELCO para aumentos de 4% nas tabelas salariais e demais cláusulas de expressão pecuniária. Esta proposta foi fundamentada com base em dados da OCDE evolução dos Custos Unitários do Trabalho e dados publicados pela ANACOM sobre os   preços   das   comunicações eletrónicas no consumidor que apontam para uma redução de 4% dos custos unitários do trabalho e uma subida de 2,9% dos custos das comunicações ao consumidor.

O SINDETELCO referiu ainda a sua insatisfação com a resposta da ANACOM nesta matéria por esta indicar a sua dependência à Lei do Orçamento de Estado (LOE) para a endereçar. Entende o SINDETELCO que a ANACOM, como entidade reguladora independente, não pode executar os objetivos que lhe foram colocados estando dependente da LOE. Os trabalhadores sofrem os impactos dessa dependência quando esta impede a ANACOM de reconhecer o mérito dos seus trabalhadores ou quando a ANACOM depende do Ministro do setor para repor a saída de um quadro a quem o mercado ofereceu melhores condições.

Na sua resposta, o PCA da ANACOM enquadrou a ANACOM como um organismo administrativo do estado com um estatuto especial derivado da sua missão e obrigações. Disse que entendia a preocupação do SINDETELCO, mas que, por comparação com os demais organismos do Estado, cabe à ANACOM provar a diferenciação do estatuto que requer para si através do eficaz cumprimento eficaz das suas obrigações.

O PCA da ANACOM transmitiu ainda a sua visão sobre a gestão dos recursos humanos da ANACOM. Para o PCA da ANACOM, para atingirmos os objetivos da organização, a ANACOM necessita de equipas motivadas e de uma política de prémios que reconheça o desempenho de excelência.

O SINDETELCO apresentou ainda a sua abertura para rever as cláusulas do Acordo de Empresa ANACOM cujas interpretações possíveis nos preocupam, como a cláusula 80.ª, relativa aos Benefícios Complementares dos trabalhadores, e que habilita a ANACOM a celebrar um seguro de saúde para os seus trabalhadores.

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APROVADAS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO EM RELAÇÃO À TRANSMISSÃO DE EMPRESA OU ESTABELECIMENTO


GRANDE VITÓRIA DOS TRABALHADORES PARA O FUTURO

QUE DÁ MAIS FORÇA PARA SE RESOLVER O PROBLEMA DO PASSADO

QUANDO A LUTA ASSENTA NA CONVICÇÃO E FORÇA DA RAZÃO, A VITÓRIA É CERTA.

FOI O QUE ACONTECEU NESTA HISTÓRICA LUTA NA PT.

OUTRAS LUTAS SE SEGUIRÃO.
VIVAM OS TRABALHADORES DA PT.

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Situação Salarial dos trabalhadores da ANACOM – Resposta da ANACOM

Em resposta à denúncia da Tabela Salarial e Matérias de Expressão Pecuniária da ANACOM, recebemos da ANACOM um oficio onde se faz saber da dependência desta Entidade Reguladora Independente (ERI) à política e regulamentação de execução orçamental do governo em funções.

Na resposta, a ANACOM indica que “não se afigura oportuno ou mesmo possível iniciar, por agora, quaisquer negociações no âmbito da tabela salarial e/ou outras compensações de expressão pecuniária”.

Segundo a ANACOM, a sua resposta, deve-se à necessidade de conhecer “na integra do enquadramento legal respetivo, decorrente nomeadamente da Lei do Orçamento de Estado para 2018 e do diploma de execução orçamental”.

O SINDETELCO entende que, conforme decorre da lei, a negociação tem de ocorrer, independentemente do enquadramento legal específico presente ou de outro que se perspetive para futuro, e irá por isso ponderar sobre todas as possibilidades à sua disposição para sentar a ANACOM à mesa de negociações.

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GREVE GERAL NAS EMPRESAS DO GRUPO CTT – 23 DE FEVEREIRO

PELA REVERSÃO DA PRIVATIZAÇÃO DOS CTT

POR UM SERVIÇO POSTAL UNIVERSAL DE QUALIDADE

CONTRA OS DESPEDIMENTOS (ENCAPOTADOS OU NÃO)

CONTRA O ENCERRAMENTO DE ESTAÇÕES DE CORREIO

CONTRA A REDUÇÃO E SOBRECARGA DE GIROS

É NECESSÁRIO QUE NO DIA 23 DE FEVEREIRO ESTEJAM NA RUA MILHARES DE PESSOAS (TRABALHADORES E POPULAÇÃO), SÓ ASSIM PODEREMOS CONTRIBUIR DECISIVAMENTE PARA REVERTER A PRIVATIZAÇÃO DOS CTT.

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AOS TRABALHADORES DA STEF PORTUGAL

A Comissão Sindical do SINDETELCO na STEF PORTUGAL saúda mais uma vez os trabalhadores da STEF que com muita coragem, determinação e sacrifício exerceram o direito á Greve no passado dia 3 de Janeiro de 2018. A greve atingiu com grande impacto todos os sectores da empresa.

Demonstrámos todos juntos um sinal de solidariedade, cooperação e dedicação, algo que esta Direção da empresa não evidencia junto dos trabalhadores.

Aproveitamos para informar que a comissão sindical enviou um email para o grupo STEF, a questionar o porquê do grupo proibir (segundo as informações da Direção da STEF Portugal) o cumprimento do prometido realizadas por parte da Direção da STEF Portugal e chefias no ano passado (aquando da comunicação dos aumentos salariais para 2017) perante os trabalhadores, comissão sindical e sindicato, nomeadamente o reconhecimento da experiencia profissional dos trabalhadores mais antigos e o seu consequente reconhecimento remunerativo.

Este Email encontra-se visível na vitrina da comissão Sindical.

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TRABALHAS NA RANDSTAD? ENTÃO ISTO INTERESSA-TE.

No passado dia 4 de Dezembro, o SINDETELCO e a RANDSTAD reuniram-se na sede da empresa na procura de soluções para os problemas laborais que mais afligem os trabalhadores da RANDSTAD.

UNIFORMIZAÇÃO DOS SUBSÍDIOS DE REFEIÇÃO

Temos conhecimento de existem diversos valores de subsídio de refeição a serem praticados na empresa. O SINDETELCO defendeu a uniformização do valor do subsídio para todos os trabalhadores. A RANDSTAD está ciente do caso, a ser devidamente analisado, tendo assumido o compromisso da uniformização dos subsídios de refeição no sentido de ficarem regularizados no decorrer deste ano 2018.

DIA DE ANIVERSÁRIO

O SINDETELCO defende que seja atribuído o dia de aniversário aos trabalhadores da empresa. A RANDSTAD reconheceu que esta proposta é interessante e que estava a ser equacionada mas levando em conta com a assiduidade dos trabalhadores, remetendo-nos para breve a sua decisão.

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REUNIÃO COM O NOVO CEO DA MEO

Na reunião, a primeira preocupação do novo CEO foi tentar desmentir a existência de qualquer situação de instabilidade da Altice ou da PT Portugal.

Contrariando assim a própria posição de Patrick Drahi na comunicação que fez aos trabalhadores da nossa empresa, que embora desculpando-se com a “irracionalidade dos mercados” considerou ser necessária uma inversão de atitude do Grupo, concretamente no atendimento e satisfação dos clientes.

Numa atitude “agressiva” Alexandre Fonseca tentou responsabilizar essencialmente os Trabalhadores e as ERCT’s pelo sucesso da PT Portugal.

Alexandre Fonseca para além de não assumir qualquer compromisso com a mudança do tipo de gestão até aqui seguido, claramente denunciado pela própria ACT, acusando a Altice de humilhar os trabalhadores reiteradamente, confrontou os sindicatos com exigências de confiança na sua liderança e de lealdade enquanto CEO da PT Portugal.

Avançando com a ideia de que não estará disponível para todos aqueles trabalhadores ou sindicatos que não ajam dentro destes princípios, adiantando claramente que a PT Portugal não contará com aqueles que ousem discordar das opções e da gestão da Altice/Comité Executivo.

O Engº Alexandre Fonseca esqueceu-se que a confiança ganha-se com as ações praticadas e que a lealdade não pode pressupor qualquer atitude de subserviência dos trabalhadores ou silenciamento dos Sindicatos com aquilo que discordam.

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