SITUAÇÃO LABORAL PT PORTUGAL EXIGE LUTA SEM TRÉGUAS

No dia 13 de Setembro, reuniram-se as ERCTs (CT MEO, SINTTAV, STPT, SINDETELCO, SNTCT, TENSIQ, SINQUADROS, STT, FE, SITESE) com o objetivo de fazer o ponto de situação, e concertar posições relativamente às ações a desenvolver no futuro próximo, tendo em
conta a grave situação laboral que se vive na PT Portugal, e que nos empurrou para uma luta que já dura há mais de 60 dias.

No seguimento do agendamento para o próximo dia 20 de Setembro, da discussão da proposta de lei sobre a Transmissão de Empresa ou Estabelecimento e votação da mesma na Assembleia da República, solicitámos reuniões aos grupos parlamentares do
Partido Socialista, Bloco de Esquerda e Partido Comunista, tendo sido já agendadas nos próximos dias 15/09/17 (BE), 18/09/17 (PCP) e no dia 19/09/17 (PS).

 

  • CONCENTRAÇÃO FRENTE À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA A PARTIR DAS 09H00 DO DIA 20
  • NO PORTO, CONCENTRAÇÃO FRENTE AO EDIFICIO DA PT – TENENTE VALADIM
  • NOS RESTANTES LOCAIS EM TODO O PAÍS DEVEMOS FAZER UM ESFORÇO PARA DAR VISIBILIDADE À LUTA

COM CONFIANÇA VAMOS FAZER DO DIA 20 UMA GRANDE JORNADA DE LUTA

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REUNIÃO COM A PRESIDENTE EXECUTIVA DA PT

O SINDETELCO e as restantes organizações sindicais estiveram ontem reunidos com a Presidente Executiva da PT, Eng. Cláudia Goya.

Deste encontro salienta-se o compromisso assumido pela Presidente de manter um diálogo aberto sobre as questões sociais na PT, nomeadamente através da retoma do diálogo social com os representantes dos trabalhadores. Negou ainda que a PT esteja a realizar um despedimento coletivo encapotado.

Tivémos oportunidade de expor as nossas preocupações sobre o presente e o futuro dos trabalhadores da PT, assim como as questões suscitadas pelo relatório da ACT que reflete o clima de tensão permanente que se vive dentro da empresa.

Esperávamos mais respostas às questões levantadas. Todavia, parece-nos que uma nova porta se abriu pois desde Junho que a Empresa não recebia os Sindicatos.

Apresentámos à Presidente da PT o seguinte documento que reúne as nossas maiores preocupações.

Antes de ontem estivemos na DGERT. Ontem com a Presidente da PT. Hoje estaremos reunidos com o Governo.

A LUTA PELOS TRABALHADORES DA PT MANTÉM-SE FIRME E ATIVA

PT/MEO – LUTA A CRESCER ATÉ S.BENTO

O descontentamento generalizado existente numa Empresa cuja Gestão teve o “condão” de colocar contra ela todo o mundo do trabalho, é uma coisa inédita e a razão dos trabalhadores dá mais força à Luta, pelo que se configura uma Greve Geral histórica.
Quando o Senhor Primeiro Ministro diz que já escolheu a sua Operadora, é o exemplo claro que não são só os trabalhadores que não confiam na Gestão da PT MEO, mas todo o País e o exemplo do Senhor Primeiro Ministro será seguido por milhões de portugueses.

Vai ser uma Greve histórica. Passados cerca de 10 anos, os trabalhadores da PT MEO estão confrontados com o maior e mais violento ataque aos seus direitos.

É necessário dar uma resposta adequada a esta Gestão, por isso, até ao dia 21, cabe a cada um trabalhar na mobilização para a Greve, convencendo alguns ainda indecisos face ao clima de medo instalado.

Deve estar claro para todos, inclusive a Gestão, que a Greve é um direito Constitucional que ninguém pode impedir.

FAÇAMOS TODOS, DO DIA 21 DE JULHO UM DIA DE LUTA HISTÓRICA NA PT MEO. UM DIA DE LUTA QUE CONSIGA TRAVAR OS DESVANEIOS DA GESTÃO DA PT MEO.

TRABALHADOR DA PT MEO, ESTÁ NAS TUAS MÃOS DERROTAR O TIPO DE GESTÃO PRATICADO NA PT MEO PARA SALVAR A EMPRESA.

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GREVE GERAL NA PT/MEO – UM POR TODOS, TODOS POR UM!

Apelamos à mobilização de todos os trabalhadores PT/MEO nas ações de luta agendadas pelos Sindicatos.

Esta é a hora de demonstrar à Empresa que não iremos pactuar com esta política de destruição de postos de trabalho e de desvalorização dos trabalhadores. Estamos perante o maior ataque aos direitos dos trabalhadores de que há memória nesta empresa. Nesse sentido, invocamos a todos os trabalhadores para que não fiquem indiferentes a estas formas de luta, pois amanhã pode ser o seu posto de trabalho a ser colocado em risco.

Uma grande manifestação de força dos trabalhadores é indispensável para que a Empresa entenda o valor dos trabalhadores e não os trate como matéria descartável e dispensável. Chegou a hora de todos os trabalhadores se unirem e lutarem por um objetivo comum: a defesa do seu posto de trabalho.

 Todos os trabalhadores PT/MEO, sindicalizados ou não, podem participar na greve, ao contrário da informação que circula na empresa, com a intenção de desmobilizar os trabalhadores.

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PT/MEO ENCONTROU UMA NOVA FORMA DE DESPEDIMENTO ENCAPOTADO

A PT/MEO está neste momento a proceder a uma deslocação de trabalhadores dos seus quadros para empresas externas, naquele que é claramente um processo de despedimento encapotado que, segundo rumores internos, pode atingir várias centenas trabalhadores até ao final de 2017.

Esta externalização, segundo a PT/MEO, não é opcional e caso o trabalhador rejeite mudar de empresa será convidado a rescindir com a PT/MEO. Outras das consequências desta movimentação, para os trabalhadores envolvidos, são a perda do sistema de saúde da PT (PT-ACS) e o fim da abrangência do Acordo da Empresa da PT, com todas as consequências que isso acarreta.

Estão já confirmadas 155 movimentações de trabalhadores e mais vêm a caminho.

O SINDETELCO está preocupado e continuará a acompanhar os seus associados, na defesa dos seus postos de trabalho e utilizará, tal como a empresa, todos os mecanismos legais ao seu dispor para defender os trabalhadores.

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Audição das ERCT da PT/MEO na Assembleia da República

DEFESA DE TRABALHO COM DIREITOS E OCUPAÇÃO EFECTIVA DOS TRABALHADORES DA PT/MEO FORAM AS NOSSAS MAIORES PREOCUPAÇÕES

Realizou-se no passado dia 12 pelas 10 horas na Assembleia da República a Audição das ERCT da PT no seguimento dum pedido nosso e de um requerimento do GP do PCP.

As ERCT fizeram o enquadramento da situação laboral existente, em defesa dos postos de trabalho e do trabalho com direitos, lembrando o clima laboral muito tenso que se vive no dia-a-dia na empresa. Falou-se da situação dos trabalhadores sem funções. Não foi esquecida a importância da PT/MEO no tecido empresarial e na economia nacional, na inovação e na exigência dos clientes de uma grande qualidade de serviço.

Foi questionada, pelas ERCT, a atitude passiva e displicente da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) face às inúmeras denúncias de inatividade forçada de muitos trabalhadores (cerca de 250) e pelo facto de esta apenas atuar de forma pedagógica perante a PT/MEO e não como entidade que zele pelas condições dignas de trabalho, exigindo o cumprimento integral da legislação laboral em relação ao respeito pelos direitos dos trabalhadores.

Salientámos por fim que, desde a OPA da SONAE, e posteriormente com o fim da Golden Share os trabalhadores têm vivido vários “desastres” dentro da PT em Portugal, dos quais não podem ser culpados e que apesar de, neste momento, estarmos perante uma luta do “anão contra o gigante”, tudo faremos, utilizando todos os meios disponíveis, para que os trabalhadores não saiam prejudicados com as constantes mudanças na PT em Portugal.

Pela nossa parte, vamos continuar a exigir trabalho com direitos e ocupação efetiva de todos os trabalhadores da PT/MEO.

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MOÇÃO SOBRE A PT/MEO APROVADA NO XIII CONGRESSO DA UGT

Como é do conhecimento geral decorreu no passado fim-de-semana no Porto, o XIII Congresso da UGT.

O SINDETELCO marcou presença através dos seus delegados e apresentou ao Congresso uma Moção sobre a degradação das condições laborais na PT/MEO, a enorme pressão exercida sobre os trabalhadores, o caso dos trabalhadores sem funções atribuídas e o ambiente laboral adverso e nada motivador que se vive na Empresa.

A Moção  foi aprovada por maioria pelos Congressistas presentes.

Continuaremos atentos ao desenrolar dos acontecimentos na PT/MEO e a fazer de tudo para que a Empresa cumpra o ACT e os trabalhadores da PT possam voltar a ter um trabalho digno nesta Empresa.

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Notícia Jornal Expresso

“…o Sindicato Democrático dos Trabalhadores dos Correios, Telecomunicações, Media e Serviços alertou para a “situação de permanente intimidação, pressão e chantagem” vivida pelos trabalhadores da PT/Meo, com “mais de 300 trabalhadores transferidos para um departamento sem funções atribuídas”.”

Delegados do SINDETELCO presentes no XIII CONGRESSO DA UGT

MEO – PONTO DE SITUAÇÃO

O SINDETELCO tem insistentemente manifestado junto da Empresa as suas preocupações relativas a:

  • Degradação de equipamentos, infraestruturas e edifícios decorrentes da falta de manutenção;
  • Trabalhadores a serem colocados no desempenho de funções fora da sua área de competência, sem formação adequada;
  • Diminuição do quadro retributivo em benefícios declarados em sede de IRS;
  • Sobrecarga de trabalho em tarefas que devendo ser efetuadas por mais de um trabalhador, estão a ser efetuadas apenas por um, implicando situações de risco;
  • Modelo de avaliação de desempenho que continua a ser altamente subjetivo e penalizador para os trabalhadores, gerando situações discricionárias de enorme injustiça.

Perante tudo isto o SINDETELCO tem já reuniões solicitadas com a Comissão Executiva e o Presidente da PT-MEO no sentido de poder analisar o futuro da Empresa e as condições do trabalho prestado pelos seus trabalhadores, nomeadamente no que se refere à estabilidade do emprego e da empregabilidade do Grupo PT.

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REUNIÃO COM O PRESIDENTE DA PT PORTUGAL

Comunicado6----PT1O SINDETELCO referiu ao Sr. Presidente que tinha um projeto sindical que apostava no Diálogo Social e na Negociação Coletiva.

No que diz respeito à Negociação Coletiva o SINDETELCO sempre cumpriu e respeitou os seus compromissos. Indicámos que tínhamos dificuldade em perceber como era possível que o ACT durante anos tivesse uma leitura e uma interpretação por parte de todos os signatários e de repente, apenas por haver uma mudança de gestão, a Empresa de uma forma unilateral sem qualquer diálogo com os parceiros sociais, impusesse novas interpretações para as Cláusulas como foi o caso do Subsídio de Refeição, obrigando todos os trabalhadores a receberem o referido subsídio através de um cartão refeição e não em dinheiro.

Exigimos à Empresa que retome a negociação do processo negocial do ACT, num acordo em que ambas as partes se revejam. Mas não estaremos disponíveis para que os trabalhadores vejam reduzidos os seus direitos e exigimos que hajam aumentos salariais depois de vários anos onde os trabalhadores perderam poder de compra.

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Sindicatos da PT processam PT Portugal

Ficou decidido interpor contra a empresa duas ações, uma relativa à posição unilateral da empresa em pagar o subsídio de refeição atravcomunicado-MEO_20160116és de cartão refeição, a outra sobre as ajudas de custo.

Esta reunião tratou de consolidar os textos das referidas ações a interpor e decidir o prazo para que as mesmas deem entrada no tribunal.

Ficou assente que até final do mês de Janeiro as referidas ações estarão em condições de dar entrada no tribunal.

A revisão do ACT encontra-se interrompida desde 2013, também em Dezembro a empresa assumiu que retomaríamos o processo na segunda quinzena de Janeiro.
Os sindicatos aguardam que empresa indique a data para retomar a revisão do ACT, o que deverá acontecer na reunião com o Presidente do Conselho de Administração Sr. Armando Pereira.

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PT| Cartão de Refeição Euroticket – Esclarecimento

O SINDETELCComunicado39ptgifO embora seja sensível à situação que a PT vive, não deixou de alertar a Empresa para o facto de que esta decisão é extremamente prejudicial a muitos trabalhadores (cerca de 40% não aceitaram o pagamento através do cartão), nomeadamente e para além dos casos já referidos aqueles que recorrem normalmente ao comércio tradicional e que não dispõem de meios eletrónicos de pagamento em superfícies alimentares perto da sua residência.

Neste sentido a Empresa disponibilizou-se para analisar casos especiais relacionados com as situações referidas devidamente justificados e comunicados à DRH.

Assim, o SINDETELCO, porque existem motivações e razões diferentes, sugere a todos os trabalhadores que queiram continuar a receber o valor do subsídio de refeição através da sua conta bancária (conjuntamente com o processamento do vencimento tal como vem sendo prática), que façam chegar por carta à DRH a sua opção invocando os motivos que a fundamentam.

Solicitamos ainda que das cartas enviadas pelos nossos associados sejam remetidas cópias para o SINDETELCO (geral@sindetelco.pt) para que possamos acompanhar os casos.

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