7 de Dezembro – GREVE NA STEF PORTUGAL

Os trabalhadores da STEF Portugal têm nos últimos anos vivido tempos difíceis devido a situações de instabilidade dentro da nossa empresa como perseguições, despedimentos, baixos salários, falta de segurança nos locais de trabalho, falta de negociações serias com os representantes dos trabalhadores, estipulação ilegal da aplicação da laboração contínua, tentativas constantes de estipulação de tempos de permanência em temperaturas -25, incumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho, assédio moral, entre muitas mais.

Nas próximas semanas como habitualmente fazem antes de uma greve, as chefias irão desfilar nos locais de trabalho, fazendo-se amigos, companheiros, compreensivos com os nossos problemas, disponíveis para nos ouvir, etc. Mas quando acabar a nossa luta todo passa a ser o mesmo, perseguições, maus tratos, mentiras, etc.

Por todas estas razoes eu vou fazer greve no próximo dia 07 de dezembro, para proteger o meu emprego, a minha empresa, os meus colegas, a minha família e o meu futuro.

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27 de Outubro – Greve na Segurança Privada

Com as condições degreve-seguranca-privada-c trabalho no setor cada vez piores, é fundamental que todas as entidades envolvidas na segurança privada demonstrem uma ética e uns princípios inquestionáveis, para por termo às más práticas.

O SITESE e o SINDETELCO fizeram várias propostas no sentido de viabilizar um acordo justo! As associações de empregadores tudo fizeram para encerrar o processo negocial de conciliação no ministério do trabalho, no dia 30 de setembro do corrente, sem aumentos salariais.

Por isso,

 Convocam-se todos os associados a participar na greve do próximo dia 27 de outubro de 2016, com a duração de 24 horas, abrangendo todos os horários de trabalho referentes a esse dia.

Contra a estagnação salarial dos vigilantes.

 Pelo respeito da contratação coletiva.

 Pela melhoria das condições de trabalho.

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Saudação aos trabalhadores da STEF

Comunicado-24---STEF-1O Secretariado Nacional do SINDETELCO e a Comissão Sindical representante dos trabalhadores da STEF saúda os trabalhadores, particularmente aqueles que, com muita coragem, determinação e sacrifícios pessoais, para si e para as suas famílias, exerceram o direito á Greve.

Demos expressão a uma enorme indignação e protesto face à postura que a empresa tem assumido, na constante desvalorização do trabalho, incumprimento do Contrato Coletivo, precariedade dos locais de trabalho, falta de respeito pelos trabalhadores, baixos salários, entre muitos outros pontos.

Esta luta foi também uma afirmação de futuro, exigindo aumentos salariais justos e o pagamento de horas em dia de feriado de forma a cumprir o estabelecido no nosso Contrato Coletivo de Trabalho e na lei.

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Greve na STEF: 30 de Abril

Os trabalhadores da STEF Portugal têm nos últimos anos vivido tempos difíceis e instáveis devido a situações externas, como a conjuntura económica dComunicado-19---stefo país, mas também com situações de instabilidade dentro da nossa empresa: perseguições, despedimentos, baixos salários, falta de segurança nos locais de trabalho, falta de acompanhamento em situações de acidente de trabalho, falta de negociações sérias com os representantes dos trabalhadores, estipulação de normas ilegais na marcação de férias, estipulação ilegal da aplicação da laboração continua, tentativas constantes de estipulação de tempos de permanência em temperaturas -25, incumprimento do Contrato Coletivo de Trabalho, assédio moral, incumprimento no pagamento das horas extras, entre muitas outras.

 Está na altura de dizer BASTA! Basta de falta de respeito pelas pessoas, basta de muitos terem tudo e outros nada, basta de hipocrisias, basta de mentiras, basta de perseguições, basta de manobras para dividir os trabalhadores, BASTA. Os trabalhadores querem que o diálogo com a Direcção da STEF seja sério, honesto, produtivo e benéfico para todos.

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informação aos trabalhadores da STEF Portugal

Comunicado-10---stefA Comissão Sindical informa todos os trabalhadores, e de forma a responder às duvidas levantadas, que:

Segundo o Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) aplicável na STEF Portugal, o próximo dia 17 de Fevereiro dia de Carnaval é dia de feriado e consequentemente devera ser pago a 200%, conforme estipulado na cláusula 21 e cláusula 41 do CCT ANTRAM-FESTRU.

A retirada do dia de majoração de férias aos trabalhadores que aderiram a greves no ano de 2014 é ilegal. O direito à greve encontra-se consagrado no artigo 57º da Constituição da República Portuguesa. É um direito fundamental dos trabalhadores. O direito à greve é irrenunciável. Todos os trabalhadores podem aderir à greve geral, independentemente do sector de atividade, público ou privado, da natureza da sua entidade patronal e da natureza do seu vínculo à entidade patronal e do facto de se encontrarem sindicalizados ou não.

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aos trabalhadores dos call centers: as formas de luta não devem estar subordinadas a calendários políticos

C6 NOVA ECONOMIA

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ERRATA

Lisboa, 28 de Janeiro de 2015

Caro associado (a)

Na sequência do comunicado que lhe enviámos anteriormente (Comunicado nº 6/SN/2015 – “As formas de luta não devem estar subordinadas a calendários políticos”), informamos que por lapso incluímos um ponto 5 onde se podia ler que “Por último mas não menos importante, alertamos os trabalhadores para o artigo 541 do Código de Trabalho”.

Não deve considerar este ponto pelo que pedimos desculpa por este lapso. Apesar de não concordarmos com a referida greve, os associados do SINDETELCO podem aderir a esta Greve se assim o entenderem.

greve geral 24 de novembro

O Secretariado Nacional do SINDETELCO, no cumprimento das disposições legais, enviou pré-avisos de Greve para todas as Empresas onde atua, nomeadamente Grupo CTT, Grupo PT, Empresas de Trabalho Temporário, Sector Gráfico e Media.

O direito à greve encontra-se consagrado no artigo 57º da Constituição da República Portuguesa. É um direito fundamental dos trabalhadores. O direito à greve é irrenunciável. Todos os trabalhadores podem aderir à greve geral, independentemente do sector de atividade, público ou privado, da natureza da sua entidade patronal e da natureza do seu vínculo à entidade patronal e do facto de se encontrarem sindicalizados ou não.

GREVE GERAL 24 DE NOVEMBRO.