BANCO DE HORAS ESTÁ SUSPENSO NA STEF PORTUGAL DESDE O INICIO DE 2017

Chegou ao conhecimento da Comissão Sindical que os responsáveis de dossier e os chefes de equipa estão a ir contra ao que está estipulado na lei. Pelo que sabemos, tais situações estão a acontecer em todas as plataformas da STEF Portugal e cremos que a própria direção da STEF não aprova tais atos praticados por estas chefias (queremos acreditar no que está registado nas actas das reuniões que mantemos com a DRH da STEF Portugal).

Alertamos todos os trabalhadores da STEF, em especial os de Alverca (porque é onde têm acontecido com maior gravidade, com intimações e perseguições por parte destas chefias), que o incumprimento da lei é crime, e que o que estas chefias estão a fazer, ao ordenarem aos trabalhadores para irem para casa no próprio dia, para depois compensarem noutra altura, não fazendo as 8 horas de trabalho, é contra o que está estipulado na lei e nas próprias normas da STEF Portugal.

Requisitamos a todos os trabalhadores que continuem a fazer-nos chegar os relatos destas irregularidades, para que desta forma possamos defender todos os trabalhadores, e até nesta situação em particular, a própria empresa, da ilegalidade que está a ser praticada por estas chefias menos qualificadas e desonestas, que colocam em causa a própria STEF.

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BANCO DE HORAS – STEF Portugal

Comunicado24---STEFNo final da semana passada foi comunicado a todos os trabalhadores da STEF Portugal pelas chefias e via comunicado dos RH, a suspensão do Regime de Banco de Horas que vigora na empresa para trabalhadores com contratos de trabalho mais recentes.

Infelizmente a anterior direção da STEF decidiu deixar de pagar as horas extras aos contratos mais recentes e começou a implementar aos novos contratos o regime de banco de horas, desregulando por completo o que eram as boas práticas da empresa até a data.

A posição desta Comissão Sindical sempre foi do conhecimento de todos (conforme exposta em vários comunicados), de ser completamente contra a implementação deste regime, por sermos da opinião que era injusto para os trabalhadores que fazem horas e não são compensados financeiramente, por comprometer a qualidade dos serviços que prestamos aos nossos clientes (a qual a empresa reconhece colocando no comunicado), por ser negativo para a produtividade dos trabalhadores, etc.

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BANCO DE HORAS – SETOR GRÁFICO

Comunicado11---graficos

Tem chegado ao conhecimento do nosso sindicato a existência de pressões sobre os trabalhadores para a assinatura do banco de horas no setor gráfico.

É preciso recordar que no acordo em vigor com a associação APIGRAF, a decisão arbitral publicada no BTE em 29 de Outubro de 2009 não se aplica o banco de horas. Logo, qualquer proposta de aplicação deste instrumento nas empresas gráficas será feito à revelia do contrato.

O banco de horas consiste numa forma de organização do período de trabalho em que o seu período normal (8 horas por dia ou 40 horas semanais) pode ser aumentado, estabelecendo limites diária, semanal e anualmente.

O Secretariado Nacional do SINDETELCO sugere aos trabalhadores que não pretendam o Banco de Horas, ou que tenham dúvidas na sua aplicação que não se comprometam com nenhuma assinatura antes de contactar o sindicato.

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